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a brindar sem água

"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

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"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

UM COPO DE VINHO FAZ MAL? NÃO LEIA ISTO, QUE FAZ MAL!

29.08.18 | manuel

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Nestes dias lá deu à costa este estudo https://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-08-27-Um-copo-por-dia--Nem-sabe-o-mal-que-lhe-fazia. Assiduamente lá surge um estudo sobre o vinho, uns, neste teor alarmista, outros menos, ainda outros a referir os benefícios para a memória, para o coração, ou outras virtudes. É um zigue-zague estonteante, que nem precisamos de um só copo para se ficar de cabeça á roda, qual ressaca de contradições sob medida.

 

No final tudo faz mal. Assim, se prestarmos atenção, o azeite, em alguns estudos faz algum tempo já foi uma droga! Hoje é super saudável e recomendável. E os hidratos de carbono? Esses vilões descarados. A rapaziada do pão artesanal, verdadeiros criminosos! Hei, afinal já não é assim. A semana passada já saiu outro estudo a referir a necessidade de não cortar nos hidratos! As padarias artesanais lá se safaram! Ufa!.

 

O açúcar, o sal, em excesso, verdadeiros flagelos da sociedade consumista ocidental, sedentária, talvez sejam bem mais gravosos que o consumo de um copo de vinho por dia. Mas, não se aflijam a redenção está nos detox (na minha terra chamamos sopa, salada e fruta natural). Enfim, excedam-se no detox, e surge outro estudo a referir que não é saudável. Até a água faz mal. Por altura do recente calorão, um médico na televisão referiu que o excesso de hidratação, leia-se, de água, também não seria benéfico. No Japão, o excesso de trabalho também mata muita gente!

 

Parece, de acordo com estas premissas, que a única forma de estar vivo por muito tempo, não interessa se feliz ou infeliz, seria hibernar em algo como criopreservação logo após o nascimento!

 

Do meu ponto de vista, a solução ou receita, está onde sempre esteve. No equilíbrio! Na moderação! Lembram-se da Roda dos Alimentos?

 

O excesso ou falta, disto ou daquilo, é o verdadeiro problema. O excesso de informação contraditória e especialmente alarmante, também não é saudável. Estes estudos parecem o empurrar, o influenciar, o chibatar dos “cordeirinhos”, para a esquerda e para a direita, ao sabor das convenientes orientações.

 

Eu, da minha parte, lá continuarei no petisco e com o meu copinho de vinho, na devida proporção e equilíbrio, se possível. Eh!Eh!

 

COLECÇÃO PRIVADA DSF RENOVA IMAGEM NAS NOVAS COLHEITAS DE BRANCOS E ROSÉ

27.08.18 | manuel

A Colecção Privada Domingos Soares Franco renovou a sua imagem, numa altura em que saem para o mercado as novas colheitas do DSF Sauvignon Blanc, do DSF Roxo Rosé e do DSF Verdelho. Esta nova imagem surge com a designação DSF destacada por cima da assinatura do diretor de enologia da José Maria da Fonseca, com linhas minimalistas e apontamentos mais jovens e frescos, que concedem a esta gama de vinhos um perfil moderno e inovador.

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Se no Verdelho, Domingos Soares Franco reúne as experiências vividas nas suas viagens ao hemisfério sul, no Sauvignon Blanc, o diretor de enologia da José Maria da Fonseca apresenta um vinho jovem, fresco, mas com vivacidade aromática e acidez natural.

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O único vinho rosé desta gama, o Colecção Privada DSF Roxo Rosé é um vinho singular, produzido com uma casta nobre e pouco comum. A frescura e subtileza aliadas à exuberância aromática do Moscatel Roxo tornam este rosé num vinho inesquecível.

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Os vinhos da Colecção Privada DSF são vinhos que traduzem o espírito criador e a paixão de Domingos Soares Franco pela viticultura e enologia. Embora assine todos os vinhos da José Maria da Fonseca, existem uns que Domingos Soares Franco reserva para si como especiais: “Esta Colecção Privada traduz o meu espírito criador, a minha paixão pelos vinhos. Nesta colecção, em cada colheita, tenho total liberdade para decidir que vinhos vou fazer e como os vou fazer”.

 

PVPs indicativos com IVA

Colecção Privada DSF Roxo Rosé 2017 - 9.90€

Colecção Privada DSF Verdelho 2017 - 9.90€

Colecção Privada DSF Sauvignon Blanc 2017 - 9.90€

MOSCATEIS ROXOS DE SETÚBAL NO TOP 10 MUNDIAL

27.08.18 | manuel

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Três Moscatéis Roxos de Setúbal estão no TOP 10 Best Muscats du Monde® 2018. O generosos Quinta do Piloto Moscatel Roxo Superior 2011, o Venâncio da Costa Lima Moscatel Roxo de Setúbal 2014 e o Casa Ermelinda Freitas Moscatel Roxo de Setúbal Superior 2010 são os únicos vinhos portugueses a figurar na ambicionada lista de melhores do mundo do concurso Muscats du Monde. 

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Na 18ª edição do concurso, foram ainda distinguidos com medalha de ouro o Venâncio da Costa Lima Moscatel de Setúbal Reserva de Família e com medalhas de prata o Adega Cooperativa de Palmela Moscatel de Setúbal 2015, o Casa Ermelinda Freitas Moscatel de Setúbal, o Venâncio da Costa Lima Pioneiro Moscatel de Setúbal 2014, o Sivipa Moscatel Roxo de Setúbal Superior 10 Anos e Contemporal Moscatel Roxo de Setúbal 2011.

 

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O concurso, que decorreu nos dias 4 e 5 de Julho, na cidade de Frontignan-la-Peyrade - França, na Maison Voltaire, teve em prova 212 moscatéis de 23 países. O júri internacional atribuiu 70 medalhas, 24 de ouro e 46 de prata. Portugal é, a seguir à França, o país com mais medalhas, num total de 10.

 

Muscats du Monde 2018 - Resultados Vinhos Península de Setúbal:

 

MEDALHA

PRODUTOR

VINHO

ANO

TOP 10 | Ouro

QUINTA DO PILOTO

Quinta do Piloto

Moscatel Roxo Superior

2011

TOP 10 | Ouro

VENÂNCIO DA COSTA LIMA, Lda

Venâncio da Costa Lima

Moscatel Roxo de Setúbal

2014

TOP 10 | Ouro

CASA ERMELINDA FREITAS – VINHOS, Lda

Casa Ermelinda Freitas

Moscatel Roxo de Setúbal Superior

2010

Ouro

VENÂNCIO DA COSTA LIMA, Lda

Venâncio Costa Lima Reserva da Familia Moscatel de Setúbal

-

Prata

ADEGA COOPERATIVA DE PALMELA

Adega Cooperativa de Palmela

Moscatel de Setúbal

2015

Prata

CASA ERMELINDA FREITAS

Casa Ermelinda Freitas

Moscatel de Setúbal

-

Prata

VENÂNCIO DA COSTA LIMA, Lda

Venâncio da Costa Lima Pioneiro

Moscatel de Setúbal

2014

Prata

SIVIPA, SOC. VINICOLA DE PALMELA, SA

SIVIPA – 10 anos

Moscatel Roxo Superior

-

Prata

COOP. AGRICOLA STO ISIDRO DE PEGÕES CRL

Contemporal

Moscatel Roxo de Setúbal

2011

PORTO FERREIRA VINTAGE 2016

27.08.18 | manuel

Com uma garrafeira ímpar no setor do Vinho do Porto, Ferreira enriquece agora a sua coleção com o lançamento do extraordinário Ferreira Vintage 2016. Fruto de uma vindima cuja qualidade não era igualada desde a última declaração de ano clássico em 2011, Ferreira Vintage 2016 apresenta-se com um perfil elegante, complexo e harmonioso, perfeito para envelhecer em garrafa por longos anos e escrever uma nova página na história da mais emblemática categoria de Vinho do Porto.

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Luís Sottomayor, o enólogo que assina este Vintage, já antecipara que “os níveis de complexidade, a cor e a estrutura absolutamente excecionais dos vinhos da colheita de 2016, com taninos presentes e perfeitos para evoluírem na garrafa durante muitos anos, resultariam num perfil Vintage, clássico e excecional. Vinificado a partir de uvas da Quinta do Porto e da Quinta do Caêdo, este Porto Ferreira Vintage 2016 reitera-o, contribuindo para a tradição de excelência de Ferreira e juntando-se aos clássicos que, desde 1815, integram a sua famosa garrafeira.

 

Perante tão elevada expectativa, a única interrogação é consumi-lo já ou aguardar até ao ano em que deverá alcançar a sua máxima qualidade. “Pode ser consumido de imediato, contudo beneficiará de uma complexidade crescente após um longo estágio em garrafa, o qual poderá prolongar-se por várias décadas”, refere Luís Sottomayor.

 

Castas: 45% Touriga Franca, 40% Touriga Nacional, 10% Tinta Roriz e 5% Sousão.

O ano de 2016: No final de um inverno seco e ameno, as chuvas começaram e prolongaram-se pela primavera, acompanhadas de períodos de baixas temperaturas. Estes fatores afetaram a floração e contribuíram para o risco de ocorrência de doenças da vinha, especialmente o míldio. O verão foi ameno, com picos de forte calor e noites frias, o que contribuiu para um final de maturação longo e equilibrado, resultando em vinhos de elevada qualidade.

 

P.V.P. recomendado – indicativo: 79,50€

Quantidade produzida: 10.000 garrafas

SANDEMAN VINTAGE 2016

27.08.18 | manuel

Nascido de uma tradição e qualidade históricas, Sandeman Porto Vintage 2016 faz jus à classe superior dos vinhos da marca e ganha um lugar cimeiro na história do Vinho do Porto. Os melhores lotes da excecional colheita de 2016 estão na origem de um vinho único, que prestigia os mais de dois séculos de herança e experiência da marca Sandeman. “Os níveis de complexidade, cor e estrutura deste Vinho do Porto são absolutamente excecionais”, afirma Luís Sottomayor, o enólogo responsável por este Vintage, nascido de uvas da Quinta do Seixo e Quinta do Vau, bem no coração do Douro.

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Luís Sottomayor e a sua equipa de enologia estavam já expectantes relativamente a esta colheita, a qual teve na sua origem um ano vitícola de clima bastante atípico, com resultados surpreendentes. “Aquando da declaração anunciámos o perfil clássico e excecional desta colheita, e este Vintage da Sandeman comprova-o através do seu caráter austero, robusto e profundo. Com taninos bem presentes, é perfeito para evoluir na garrafa durante muitos anos”, refere o enólogo.

 

Sandeman Porto Vintage 2016 é um exemplo do compromisso de uma marca secular na produção de vinhos de qualidade excecional, o que lhe confere o estatuto de marca de Vinho do Porto mais premiada do Mundo*. Com mais de 225 anos, Sandeman continua a renovar-se, conjugando como poucas o compromisso de uma tradição iniciada em 1790 com a qualidade e classe superior dos seus vinhos.

 

Selecionado pelas suas características e excelente qualidade, Sandeman Porto Vintage 2016 beneficiará de um longo estágio em garrafa por 30 ou 40 anos. Com uma produção de 10.000 garrafas, está disponível no mercado desde  Julho.

 

Castas: 40% Touriga Nacional, 40% Touriga Franca, 10% Tinta Roriz, 5% Tinto Cão e 5% Sousão.

O ano de 2016: No final de um inverno seco e ameno, as chuvas começaram e prolongaram-se pela primavera, acompanhadas de períodos de baixas temperaturas. Estes fatores afetaram a floração e contribuíram para o risco de ocorrência de doenças da vinha, especialmente o míldio. O verão foi ameno, com picos de forte calor e noites frias, o que contribuiu para um final de maturação longo e equilibrado, resultando em vinhos de elevada qualidade.


P.V.P. recomendado – indicativo: 75€

OFFLEY LANÇA PORTO VINTAGE 2016

27.08.18 | manuel

Offley Porto Vintage só se obtém em anos de excecional qualidade e 2016 foi um deles. Offley Porto Vintage 2016 é um vinho cuja irreverência e juventude prestigiam os quase três séculos de herança da marca e que brinda o presente, com uma qualidade que promete fascinar conhecedores e conquistar novos apreciadores.

 

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Vinificado a partir de uvas da Quinta do Sairrão e de lavradores locais, segundo o método tradicional, Offley Porto Vintage 2016 conjuga os saberes ancestrais com as mais avançadas diretrizes da viticultura sustentável e beneficia de um ano vinícola como já não se via desde 2011, com condições climatéricas que potenciaram a sua excelência.

 

Segundo Luís Sottomayor, o enólogo responsável pelos Vinhos do Porto Offley, “as condições climatéricas atípicas permitiram-nos antever um resultado de qualidade pouco comum e este Vintage da Offley veio confirmar as nossas melhores expectativas.

 

Embora pronto para ser consumido de imediato, este vinho torna-se ainda mais surpreendente se o deixarmos repousar longamente em garrafa. “É um vinho que se distingue pelo seu perfil irreverente e jovem, com uma forte componente aromática. Revela estrutura e também complexidade, a qual beneficiará com um bom estágio em garrafa por 15 ou mais anos”, reforça Luís Sottomayor.

Castas: 45% Touriga Franca, 45% Touriga Nacional e 10% Tinta Roriz

O ano de 2016: No final de um inverno seco e ameno, as chuvas começaram e prolongaram-se pela primavera, acompanhadas de períodos de baixas temperaturas. Estes fatores afetaram a floração e contribuíram para o risco de ocorrência de doenças da vinha, especialmente o míldio. O verão foi ameno, com picos de forte calor e noites frias, o que contribuiu para um final de maturação longo e equilibrado, resultando em vinhos de elevada qualidade.

 

P.V.P. recomendado – indicativo 59€

Quantidade produzida: 20.000 garrafas

REAL COMPANHIA VELHA, A VERSATILIDADE DO DOURO PELA QUINTA DE CIDRÔ

26.08.18 | manuel

A Quinta de Cidrô, com uma localização privilegiada em São João da Pesqueira, na sub-região de Cima Corgo, no Douro Vinhateiro, continua a contribuir para a imagem de um Douro moderno com a implantação de castas portuguesas e internacionais que dão corpo a novos estilos de vinhos.

 

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É o caso dos cinco vinhos da colheita de 2017 – um rosé e quatro brancos –, dotados de uma frescura e características aromáticas adequadas ao Verão. Quanto aos  tintos, valerá a pena esperar pelo momento oportuno para celebrar em grande ou apenas saborear com quem mais se gosta de partilhar um vinho de excelência.

 

OS BRANCOS E O ROSÉ DA COLHEITA DE 2017

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 GONÇALO VILLAVERDE

 

Um Alvarinho de guarda. Apesar de ser autóctone da sub-região de Monção e Melgaço, na região dos Vinhos Verdes, a casta branca Alvarinho é o resultado soberbo da constante inovação nas vinhas da Quinta de Cidrô. Com fermentação e estágio de seis meses em cubas inox, surge o Quinta de Cidrô Alvarinho 2017.

PVP: €9,00 

 

A expressividade do Sauvignon Blanc. As uvas da casta francesa Sauvignon Blanc são prensadas em prensa pneumática, com a fermentação e o estágio de três meses em cubas de inox. O processo de vinificação enfatizou a expressividade da casta neste Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2017.

PVP: €13,5 

 

A complexidade de aromas tropicais do Chardonnay. Após a colheita, 80% do vinho fermentou, durante mais de oito meses, em barricas de carvalho francês, em contacto com borras finas e foi submetido ao método de batonnage, os restantes 20% fermentaram em cubas de inox. Resultou assim este Quinta de Cidrô Chardonnay 2017

PVP:€14,00 

 

Um Gewürztraminer invulgar. Fermentado sob condições modernas e de protecção contra a oxidação, este Quinta de Cidrô Gewürztraminer 2017 evidencia as características inerentes à casta. Ou seja, houve o cuidado de respeitar a sua componente aromática, com as nuances de líchia e de rosa muito evidentes no nariz.

PVP: €14,00 

 

O refrescante rosé de veraneio, Quinta de Cidró rosé 2017. As castas autóctones constam no portefólio vinhateiro da Quinta de Cidrô. É o caso deste lote, com a Touriga Nacional e da Touriga Franca, que fermentaram em cubas de inox, no qual também estagiaram por seis seis meses.

PVP: €10,5 

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 GONÇALO VILLAVERDE

 

OS TINTO DE 2016, 2015 E... 2007.

 

A cuidadosa selecção de uvas nas parcelas de Pinot Noir confere a delicadeza da casta, além de ser um dos critérios aplicados na elaboração do Quinta de Cidrô Pinot Noir 2015. Parte das uvas são desengaçadas manualmente. Por sua vez, o processo de fermentação é utilizado o método manual de “baixar a manta”, para uma extracção suave e capaz de providenciar aromas delicados. O estágio ocorre por um período de 12 meses em barricas de carvalho francês, das quais 30% são de madeira nova.

PVP: €15,00 

 

A Touriga Nacional é a mais conhecida e ilustre casta duriense. Após a selecção criteriosa das suas uvas, é utilizada na produção do Quinta de Cidrô Touriga Nacional 2016. Só depois é que são fermentadas em cubras médias de inox, seguindo-se o estágio de 50% em barricas de carvalho francês durante 12 meses.

PVP: €14,00 

 

A colheita de 2015 traz também para esta lista vínica da Real Companhia Velha o Quinta de Cidrô Cabernet Sauvignon / Touriga Nacional tinto 2015, o lote de castas tintas que combina a variedade de uva tinta mais conhecida no mundo e a casta bandeira de Portugal. A fermentação em cubas de inox e o estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês (50% novas, 50% usadas).

PVP: €16,00 

 

O ‘Quinta de Cidrô Marquis’ é um lote de vinho seleccionado para homenagear o Marquês de Soveral, nascido em São João da Pesqueira, em 1851, precisamente nesta quinta, então propriedade da aristocrática Família Soveral. Por essa razão, a Real Companhia Velha confere a cuidada selecção da Touriga Nacional e da Cabernet Sauvignon, as castas tintas ali predominantes, para a feitura deste elegante tinto, que exprime a excelência dos néctares da Quinta de Cidrô. A fermentação ocorre em cubas de inox, seguida de um estágio em barricas de carvalho francês (50% novas e 50% usadas) por um período de 14 meses.

PVP: €38,00 

 

 

 

 

QUINTA VALE D. MARIA DECLARA PORTO VINTAGE 2016

26.08.18 | manuel

A colheita do ano 2016 é, para os Vinhos do Porto da Quinta Vale D. Maria, um ano de absoluta excelência e, por isso, é declarado como ano Vintage. A declaração Vintage, maior distinção dada a uma colheita de Vinho do Porto, é decidida por cada produtor e faz-se sempre no segundo ano a seguir à colheita.

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Segundo Cristiano van Zeller, Administrador da Quinta Vale D. Maria: “No ano de 2016 temos Vinhos do Porto verdadeiramente espetaculares e é com enorme prazer e alegria que declaramos o novo Quinta Vale D. Maria 2016 Porto Vintage. O ano de 2016 foi a minha 36ª vindima no Douro. Já vi, provei e declarei muitos anos Vintage durante todo este tempo. Em 2016 tivemos uma produção abaixo da média, com maturações que criaram cachos extremamente concentrados, resultando em vinhos com uma fruta muito viva e muito pura. Praticamente desde o primeiro momento da vindima que se vivia a excitação do potencial do ano que, claramente, se confirmou ao longo do normal processo de envelhecimento, até Janeiro de 2018. Nesse momento tomámos a fácil decisão de produzir e declarar o nosso novo Quinta Vale D. Maria 2016 Porto Vintage.”

 

Os procedimentos na produção de um Porto Vintage

No processo de produção do Vinho do Porto, cultivado na Região Demarcada do Douro, existem uma série de condicionantes que incluem o terroir, as castas, transporte, conservação e até o envelhecimento. As amostras de todos os Vinhos do Porto são submetidas ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto que, após os apreciar, decide se o mesmo possui as “características organoléticas de excecional qualidade, se é oriundo “de uma só vindima, retinto e encorpado” e se apresenta um “aroma e paladar muito finos”. Se todas estas premissas estiverem reunidas, a declaração Vintage é aprovada.

 

Um Porto Vintage é o Vinho do Porto que melhor envelhece em garrafa. Produzido com uvas oriundas da colheita de um único ano é engarrafado dois a três anos após a vindima, podendo evoluir até muito mais de 50 anos em garrafa. Durante os primeiros cinco anos, a cor, os aromas e o paladar mantêm-se intactos. Quando atinge o estágio de 10 anos em garrafa, a cor evolui para tons mais escuros, revela aromas de frutas maduras e ganha complexidade na boca e no nariz.

NOVO BARÃO AO LEME DO CASAL DE STA. MARIA

26.08.18 | manuel

Nicholas von Bruemmer, neto do antigo barão Bodo von Bruemmer, assumiu a liderança da quinta produtora de vinhos em novembro de 2016 e mudou-se de armas e bagagens para Portugal, estando já directamente envolvido na produção de novos vinhos.

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Com a mulher e os dois filhos, trocou a Suíça e a banca privada, onde trabalhava na gestão de fortunas de famílias, pela vinha. Foi uma mudança radical, mas passou de 10 horas sentado no escritório a 10 horas ao ar livre. Teve de aprender tudo de raíz. Reduziu as castas de Casal Sta Maria drasticamente, de 22 para 8. Mas acredita que tem naqueles 7,5 hectares de vinha de Colares um diamante em bruto. “Quero fazer dois ou três dos melhores vinhos de Portugal”, afirma Nicholas von Bruemmer desassombradamente.

Como CEO da Hansa, uma das principais “European Family Offices”, foi responsável por 26 empresas que gerem e definem estratégias de longo prazo dos investimentos das famílias que os procuram. Também trabalhou directamente com a empresa joalheira Swarovski. Discreto e leal, muito motivado e habituado a gerir crises, Nicholas está ciente da responsabilidade que implica dar continuidade aos vinhos de Casal Sta Maria, que são parte da sua herança familiar. Mas também sabe que esta história lhe corre no sangue e que estará à altura da tarefa.

O primeiro vinho debaixo da sua supervisão já passou do projecto para a garrafa, que conta com o ‘design’ lindíssimo de Rita Rivotti. O “Mar de Rosas”, um vinho rosé que presta homenagem aos milhares de pés de rosas que perfumam os jardins da quinta, nasceu da crença de Nicholas de que os rosés portugueses não tinham nada para ficar atrás dos da Provence. Esta produção limitada de 2000 garrafas, blend de Syrah, Touriga Nacional e Pinot Noir, sob a batuta da dupla de enólogos Jorge Rosa Santos e António Figueiredo, chegará ao mercado em Setembro. Por ora, reflete o verdadeiro espírito do novo barão: a mesma tenacidade e determinação do avô, a juntar a um olhar mais focado e empreendedor. Fixe-lhe o nome.

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