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"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

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CRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS PARA AUMENTAR A ESTADA MÉDIA

24.12.19 | manuel

HOTELEIROS DEFENDEM CRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS PARA AUMENTAR A ESTADA MÉDIA

A quebra da estada média na hotelaria portuguesa é uma tendência que a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e o Governo garantiram querer combater. Para conhecer a visão dos profissionais, o PressTUR foi ouvir os grupos Vila Galé, Pestana, SANA, Hoti Hotéis e PortoBay.

A explicação para o decréscimo do tempo médio de permanência nos hotéis está no “crescimento maior nas cidades”, onde “a estada média é menor que nos resorts”, começou por assinalar ao PressTUR o presidente do grupo Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, durante o 31º Congresso da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP na semana passada em Viana do Castelo.

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Photo by Kaique Rocha from Pexels
 

Apesar disso, “mesmo nos resorts ela está a diminuir, há menos dinheiro, as pessoas têm menos dinheiro, viajam à mesma, mas viajam por menos dias”, acrescentou Jorge Rebelo de Almeida.

Para inverter a tendência, as soluções passam por “criar pacotes mais atractivos para a semana inteira” e desenvolver conteúdos “sobretudo com a cultura”. As pessoas ficam mais tempo “desde que haja mais coisas para fazer nas regiões”, concluiu.

Para José Roquette, administrador do Pestana Hotel Group, “haver mais turistas com estadias médias menores, isso mostra uma tendência. Mais do que classificar se é uma boa ou uma má notícia, isso mostra uma tendência do mercado”.

“Se calhar é cada vez mais um mercado de short breaks, o que faz com que a estada média, tirando o Verão, que são as férias de família em que as pessoas ficam uma ou duas semanas, se calhar o short break é mesmo uma tendência que veio para ficar e que veio influenciar de forma estrutural a estada média do turista em Portugal. Não vejo isso como um problema”, sublinhou o administrador do grupo Pestana.

Questionado sobre o interesse dos hotéis em ter uma estada média maior, José Roquette contrapõe que aquilo em que os hotéis estão interessados é “em ter um RevPAR melhor” e isso “tem que ver com o preço e com a ocupação”.

“Se a ocupação se faz de estadas médias mais curtas e mais turistas ou estadas médias mais longas e menos turistas, não sei. E isso deve variar por região, ao longo do ano e em função do tipo de hotel”, acrescentou o executivo, sublinhando que, mais do que o tempo médio de permanência, valoriza a qualificação e a diferenciação para fazer “crescer o preço médio”.

“A procura está aí e vai ser crescente no mundo. Nós só queremos ficar com a melhor fatia desse bolo do turismo que vai crescer inevitavelmente”, sublinhou José Roquette, para acrescentar que considera necessário investir nos recursos humanos: “já se investiu no corpo; é preciso reforçar a alma, e com isso vai-se conseguir um preço médio mais alto” para “chegar a um RevPAR mais alto. Se isso é feito à custa de estada maior ou menor não me preocupa tanto”.

Carlos Silva Neves, administrador da SANA Hotels, afirma que a quebra da estada média “preocupa a todos, é transversal”, mas considera que “não podemos entrar em euforias de pontualidades de mercado. É errado nós andarmos ao sabor dos mercados”.

O que é necessário, na sua opinião, é “ter um plano de empresa a médio e longo prazo, independentemente do número de turistas que possam existir. Umas vezes aumentam, outras vezes diminuem”.

“Se nós andamos na moda, todos os anos temos que mudar de fato”, prosseguiu Carlos Silva Neves, argumentando que a solução está em inovar: “não podemos estar à espera que venham mais turistas. Temos que os captar, temos que ser dinâmicos. Temos que criar novos produtos e novos conceitos”.

“Tem que haver uma política séria de conteúdos. Se Elvas ou outra cidade qualquer fizer um evento, um bom teatro, um bom espectáculo, nasce daí. Contar só o turismo com hotéis é errado. Posso ter um hotel excepcional, como por exemplo o Myriad, onde as pessoas querem ir, experimentar para ver como é, mas a cidade tem que ter conteúdos, tem que ter algo que chame as pessoas. Se vierem só para ver o Santuário de Santa Luzia ou o Mosteiro do Jerónimos só vêm uma vez, não vêm mais”, concluiu o administrador da SANA Hotels.

Para Manuel Proença, administrador da Hoti Hotéis, a diminuição do tempo médio de permanência está relacionada “com a evolução da demografia”.

“A hotelaria urbana cresce mais que a do lazer. Ou seja, há uma transferência do lazer para o urbano. E isto tem que ver com o envelhecimento populacional. Pessoas com mais idade não são os maiores frequentadores de praia e de zonas desse tipo de turismo, do sol e praia”, argumentou Manuel Proença.

“A redução da estada média também resulta disso, de estar a haver mais mercado de cidade e menos mercado no lazer. É o caso da Madeira e do Algarve onde já há redução. Porquê? Não é porque as nossas condições sejam diferentes, é a demografia a funcionar”, prosseguiu o executivo, realçando que “50% da população europeia tem mais de 50 anos”.

Para aumentar a estada média nas cidades, Manuel Proença defende que devem ser criados “conteúdos para as pessoas permanecerem mais tempo”.

Já António Trindade, presidente do grupo PortoBay, preconiza que aquilo que é necessário “vender cada vez mais são experiências”, mas para isso é preciso saber como compor essas experiências. “Tenho que ir à procura de quais são os stakeholders deste conceito de experiências para dizer à autarquia, à região, à acessibilidade, aos agentes privados, para comporem algo que possa dizer: vou aumentar a estada, tenho sustentabilidade nesse aumento”.

“Ao nível do tráfego intercontinental até há muito pouco tempo vinha-se a Portugal de passagem para a Europa”, continuou António Trindade, para sublinhar que considera necessário apostar em “reduzir o espaço territorial para encher experiências”. Nesse sentido, o presidente do grupo PortoBay defende “que a afirmação ibérica é algo particularmente importante para a oferta estar de acordo com as novas solicitações do mercado”.

Fonte: http://www.presstur.com/empresas---negocios/hotelaria/reducao-da-estada-media-dos-turistas-estrangeiros-em-portugal-volta-a-acentuar-se/

 

Quinta do Noval LBV 2012 Unfiltered

05.12.19 | manuel

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O facto de ser um vinho fortificado, deverá se ter em conta o grau alcoólico, o grau de doçura e a sua profundidade e persistência, normalmente bem superior em relação aos vinhos não fortificados.

Por outro lado, o facto de ser um LBV, parente da família Ruby, exalta-se os frutos vermelhos maduros, tons fumados e empireumáticos. Por ser bastante jovem, apresenta estrutura sustentada na tenacidade dos seus taninos.

Várias opções se levantam, quer na componente doce, assim como na componente salgada.

Na componente salgada, pode-se abordar a sua harmonização na perspectiva de um vinho tinto, poderoso e ainda com taninos marcantes, acrescido do fato de ser Unfiltered. Carece de proteína que amorteça o vigor, e o álcool, que esconda um pouco a doçura e mantenha perfil similar de sabor. Por vezes, molhos, gratinados e hidratos de carbono (tipo empadão, gratin, pastas e arrozes), serão apoio fundamental.

Obviamente, algumas tipologias de queijo, serão também bem-vindas.

Nas sobremesas, necessita-se de ingredientes, também eles, de boa intensidade e persistência. O chocolate é uma das opções. Controlar o amargo do chocolate, que junto à tenacidade “tânica” do vinho, poderá conferir amargos desagradáveis.

Sobremesas com estrutura, crumbles, e apoiadas por frutos vermelhos, serão bons elementos a observar. 

A temperatura de serviço entre os 15ºC e os 17ºC, abrange a maioria das harmonizações.

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Pratos (propostas)

Entradas

Creme de beterra com atum teriaky; espetada de salsicha de churrasco com glaze de Vinho do Porto; tâmaras recheadas com chouriço e vinagre balsâmico velho; rins estufados com molho de vinho do Porto.

Peixes

Polvo à Lagareiro; empadão de bacalhau; posta de espadarte assada com figo e tâmaras; cassoulet de tamboril com vinho tinto; feijoada de polvo

Carnes

Cassoulet de Lebre; lombo de javali assado; bife pimenta; medalhão de cervo com molho de vinho; confit de pato com molho de fígados

Vegetariana

Gnocchi, molho de vinho tinto, boletus e São Jorge; lasagna de tomate seco, beringela e pesto de figo e ameixa seca; Pizza de Tofu, tomate seco, beterraba, azeitona preta e gorgonzola.

Queijos

Gorgonzola; coullomiers com geleia; queijo de ovelha curado; Serra da Estrela Velho DOP

Charcutaria

Terrina de javali com geleia de amora; chouriço de sangue; morcela com ameixa seca e figo.

Sobremesa

Souffle de chocolate; brownie; bolo de alfarroba; queijo de figo; bolo de mel; bolo de café com couillis de frutos silvestres

DEZEMBRO 2019 - NOTÍCIAS

04.12.19 | manuel

Abriu o mais recente daTerra no Parque das Nações

O daTerra abriu o seu terceiro restaurante em Lisboa e o último restaurante previsto para o ano de 2019. 
 

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Créditos: WOW Agency 

O 15º restaurante daTerra fica situado no Parque das Nações, em Lisboa, na Av. Dom João II (loja 25, A) e conta com 46 lugares sentados. Encontra-se aberto todos os dias no horário de almoço, entre as 12h e as 15h30 e, ao jantar, entre as 18h30 e as 22h30.

Sempre em formato all you can eat, durante a semana o almoço buffet tem o custo de 9,50€. Ao jantar, e durante o fim de semana, o preço é de 11,50€. As crianças, por sua vez, pagam apenas 5.50€.

Se estiver com pouco tempo pode sempre optar pelo serviço de take out da marca. Basta escolher entre a box pequena (5€) ou box média (7€) e compor livremente de entre a oferta do buffet do dia.

Os clientes podem ainda complementar a sua refeição com os sumos naturais daTerra - como o Sumo Imunitário (2,75€) e o Sumo Detox (2,75€) - e ainda adicionar um mimo saudável e 100% vegan, como por exemplo - a Tarte Banoffee (3,25€), a Tarte de Maçã sugar free (3,00€) ou ainda uma Trufa de Chocolate, Coco ou Amendoim (1€) sugar e gluten free.


 
A Gastronomia Portuguesa em curso com o Chefe Cordeiro

O ISAG – European Business School desafiou o reconhecido Chefe Cordeiro para criar um curso de cozinha exclusivo, inteiramente dedicado à gastronomia portuguesa. As aulas começam no início do próximo ano, mas as inscrições já se encontram abertas

 

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O ISAG – European Business School, instituição de ensino superior localizada no Grande Porto, dá as boas-vindas a 2020 com uma saborosa novidade: o curso de especialização Cooking Skills ISAG by Chefe Cordeiro Signature. A coordená-lo estará o próprio Chefe Cordeiro, que troca a sua cozinha pela cozinha do ISAG, num curso que se pretende aberto a todos os interessados em desenvolver dotes culinários para a confeção de alguns dos principais pratos da gastronomia portuguesa. A reconhecida marca de cutelaria IVO e a Cerealis não quiseram deixar de estar presente desde a 1.ª edição, sendo os parceiros oficiais do curso de especialização.

No total, são 10 módulos, lecionados em horário pós-laboral, dedicados à preparação de caldos, arrozes e massas, peixes e carnes, enchidos nacionais e mariscos da nossa costa, doces e sobremesas. Destaque ainda para as aulas especiais sobre o bacalhau português, onde serão desvendados alguns segredos na sua confeção bem como técnicas para a sua melhor preparação.

Entre teoria e (muita) prática, o “Professor” Cordeiro tem como principal missão “homenagear a nossa cozinha, que é tão vasta e rica em saberes e sabores”. “É um privilégio poder partilhar a minha experiência com todos os amantes da cozinha, num espaço que pretendo que seja de partilha. Foi, por isso, com muito entusiasmo que aceitei o convite do ISAG – European Business School”, garante.

O curso de especialização Cooking Skills ISAG by Chefe Cordeiro Signature não tem requisitos obrigatórios de admissão, sendo aberto a todos aqueles que queiram aprender mais sobre a gastronomia portuguesa. As aulas serão lecionadas em contextos teórico-práticos, com todos os equipamentos e ingredientes disponibilizados pela instituição.

As inscrições, disponíveis através do site ou nas instalações do ISAG, terminam no dia 29 de janeiro. 

 

Barão Fladgate, novo menu e sugestões de Réveillon

 

O restaurante, integrado nas caves Taylor’s, em Vila Nova de Gaia, tem nova carta de inverno, no jantar de passagem de ano há um programa especial e a entrada na nova década será celebrada com um brunch.

 

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É dentro das caves Taylor’s, em Vila Nova de Gaia, que o aconchego para os dias mais frios ganha outro sabor. As novas sugestões do Chefe Ricardo Cardoso, sedutoras e repletas de textura, fazem o convite a uma experiência gastronómica requintada e a conversas longas e descontraídas.

O novo menu será também servido ao almoço da véspera de Natal (das 12h30 às 15h00) e ao almoço e jantar (das 19h00 às 22h00) do dia 25 de dezembro.

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Jantar de Réveillon

Na noite de todas as resoluções, o Barão Fladgate abre portas a um jantar especial de passagem de ano, com música ao vivo e DJ. O início está marcado para as 19h30, com welcome drink e canapés, e o jantar será servido às 20h30. O menu festivo tem o valor de 190€ por pessoa (95€ dos 5 aos 12 anos).  

A iniciar às 00h00 e a prolongar-se até às 02h00, há espumante, bar aberto e ceia que, para reconfortar o estômago, apresenta opções como um creme de cogumelos trufados e esfera de alheira, mini pregos do lombo em bolo do caco e queijo Brie e ainda lascas de salmão fumado com crème fraîche de lima e alcaparra.

Brunch de Ano Novo

E para inaugurar o primeiro dia da nova década, o Barão Fladgate convida a um brunch tranquilo, a decorrer das 12h00 às 15h00. Pelo valor de 55€ por pessoa (27,50€ dos 5 aos 12 anos) pode desfrutar-se de um menu que inclui pratos frios, pratos quentes, doces e uma seleção de bebidas.

O restaurante Barão Fladgate está aberto todos os dias ao almoço (12h30 – 15h00) e ao jantar (19h00 – 22h00). Pode optar-se pelo menu de degustação, disponível à semana ao jantar e, ao final de semana, ao almoço e jantar, composto por cinco pratos, pelo valor de 65€ por pessoa, com um suplemento de vinhos pelo valor adicional de 19€. De segunda a sexta, ao almoço, está também disponível um menu executivo, com três pratos e um copo de vinho incluído (30€). Recordar que é também possível desfrutar do Menu Taylor’s, em que os três pratos, da entrada à sobremesa, são acompanhados por vinho do Porto da casa (54€).

 

CR&F, agora com novo design

 

Quase a celebrar 125 anos (1895-2020) de marca, CR&F apresenta novo design da sua referência mais premium.

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A CR&F é o ícone das aguardentes portuguesas e um legado que tem passado de geração em geração. Esta referência CR&F Reserva Extra nasceu há mais de 30 anos de um tonel de 5.000 litros que existia só para os amigos na casa Carvalho, Ribeiro & Ferreira. Mas como tudo o que é bom merece ser partilhado, perdeu-se tempo a envelhecer em madeira de carvalho e a este lote com mais de 30 anos juntaram-se as melhores aguardentes portuguesas dando origem àquela que é a referência mais premium da casa.

Uma aguardente tão especial não podia deixar de lado o pormenor do design. Esta é a nova garrafa da Aguardente CR&F Reserva Extra.

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O novo design chegará agora ao mercado num conjunto de garrafas numeradas. Pode encontrá-la nas principais superfícies comerciais e melhores garrafeiras do país.

PVP recomendado de 39,99€

 

Symington recebe prémio de ética empresarial

 

A Symington Family Estates acaba de receber o prémio Ethical Company of the Year (Empresa Ética do Ano), no âmbito dos Green Awards 2019.

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Créditos: www.symington.com

O galardão reconhece as iniciativas implementadas pela empresa nas áreas da sustentabilidade e da responsabilidade social e ambiental. A cerimónia de prémios, que decorreu em Londres, é organizada pela revista internacional The Drinks Business, que anualmente reconhece as empresas ou produtos com uma área de atuação dedicada à comunidade e meio ambiente onde estão inseridas.

No âmbito do evento, a empresa familiar recebeu também uma menção honrosa na categoria Prémio de Sustentabilidade Amorim, distinção que reconhece os esforços realizados pelas organizações em implementarem práticas de sustentabilidade mais eficientes e eficazes nas suas operações. Sublinhe-se que, a par da Symington Family Estates, estavam nomeadas para estes prémios empresas de renome internacional, como Concha y Toro, Família Torres, Fetzer, Marks & Spencer ou Pernod Ricard.

Em julho deste ano, o grupo tornou-se na primeira empresa de vinhos em Portugal com certificação B Corp, estatuto que reconhece as boas práticas éticas de uma empresa e os mais elevados padrões na sua responsabilidade social e ambiental. Este constitui um reconhecimento do seu compromisso em gerir a empresa para o benefício dos colaboradores e comunidade em que se insere. Através do desenvolvimento de ações que visam a proteção do meio ambiente, a Symington tem investido consistentemente na região do Douro, onde a maior parte das suas vinhas estão inseridas, contribuindo ainda no apoio a causas sociais.

A estratégia de sustentabilidade da empresa passa também por um plano designado Missão 2025, que traça metas mensuráveis que serão implementadas em áreas tão diversas como uso de energias renováveis, eficiência energética, programas de reflorestação, eficiência hídrica, embalagens de impacto reduzido e iniciativas de apoio às comunidades locais. Para tal, a Symington desenvolveu, este ano, uma equipa da sustentabilidade transversal ao grupo, dedicada às áreas da viticultura e biodiversidade, água, energia e edifícios, embalagens e efluentes e equipa e comunidade. “A Symington tem um longo histórico de iniciativas focadas no bem-estar social e ambiental da sua região e estes prémios são um reflexo desse compromisso. Tal como todas as empresas no mundo de hoje, temos uma pegada ambiental. Temos a clara noção que a nossa empresa só poderá ter um futuro positivo no longo prazo se houver um clima estável, ecossistemas em equilíbrio e comunidades saudáveis. O nosso compromisso com o futuro passa por assumir a responsabilidade pelo nosso impacto e por fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para encarar os grandes desafios partilhados do tempo em que vivemos”, afirma Rob Symington, diretor adjunto e da sustentabilidade.

FONTE : Grande Consumo https://grandeconsumo.com/symington-recebe-premio-de-etica-empresarial

 

PASSAGEM DE ANO NO PENHA LONGA

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Créditos: Armando Jorge Mota Ribeiro

Este ano, há nada mais nada menos que quatro opções para a Passagem de Ano com assinatura Penha Longa

OS ÓSCARES

No cenário do icónico Mosteiro do séc. XIV, o tema escolhido para dar as boas vindas a 2020 são os Óscares. Uma verdadeira gala com passadeira vermelha, tons dourados, um cocktail e jantar luxuoso e uma grande dose de glamour.

LAB & MIDORI

Se preferir o estrelato, os restaurantes Michelin LAB by Sergi Arola e Midori unem forças para entrar em grande no Novo Ano com uma experiência gastronómica de exceção. O menu de jantar reúne o melhor dos dois restaurantes e inclui harmonização de vinhos.

MENU ENEKO ATXA

A mais recente aposta do Penha Longa Resort - a superestrela basca Eneko Atxa - preparou uma experiência gastronómica inesquecível no seu novo restaurante Eneko Lisboa, situado num dos espaços mais emblemáticos de Lisboa. Haverá um cocktail, bar aberto, DJ, e jantar com harmonização de vinhos.

VILLA TAMARIZ UTOPIA

Com uma vista privilegiada para a baía de Cascais, o réveillon do Villa Tamariz Utopia promete momentos animados com um jantar de Passagem de Ano que inclui DJ, bar aberto e música ao vivo.

Mais informações e preços neste link.

 

 

Oriundos do Tejo, seis vinhos de Fernão Pires para a Ceia de Natal

 

Para este momento ainda mais especial, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo “anotou” o tradicional menu e elegeu vinhos a condizer, todos eles do Tejo – claro está! – e com um denominador comum: dando primazia à casta Fernão Pires, a mais emblemática da região.

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Do aperitivo às sobremesas, há vinhos para todos os palatos

A azáfama do Natal é inata. Com a chegada da noite, as casas enchem-se de família e amigos, unidos na partilha de afectos e estórias. É o momento ideal para dar início ao desfile dos Vinhos do Tejo. Abram-se as hostes com o ‘Nana Blanc de Blancs Reserva Bruto 2016’ um espumante da Quinta da Lapa, com aromas florais e citrinos, notas subtis de brioche e frutos secos.

Siga-se para a mesa, numa viagem pelos sabores do nosso país, a começar com um ‘Queijo de pasta mole’, acompanhado de ‘A.C.A. Fernão Pires branco 2018' um monovarietal onde a casta mostra todo o seu potencial e versatilidade. Depois da entrada, o tão aguardado ‘Bacalhau cozido’ ou, a Norte, o ‘Polvo’, pratos a que se junta o ‘Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2017’, do Casal Branco. São ambos vinhos de Fernão Pires em estreme, provenientes de Vinhas Velhas nascidas em solos pobres de natureza arenosa, em Almeirim, em pleno terroir da charneca ribatejana e, ainda, com fermentação e estágio em barrica.

Na carne, é tempo de provar o tão famoso ‘Perú de Natal’. Na maridagem, mantenhamo-nos nos brancos, com o ‘1836 Grande Reserva 2017 da Companhia das Lezírias'. Um vinho envolvente, com uma acidez natural apelativa e um final persistente, da autoria do enólogo Bernardo Cabral, que também o sugere para o bacalhau, caso o estômago não avance no prato, mas anseie pela degustação de um terceiro exemplar da casta Fernão Pires a uma só voz!

No reino das sobremesas a variedade é muita e, por isso, são dois os vinhos eleitos. Por uma questão de gosto ou de equilíbrio alimentar, não nos esqueçamos da fruta. Da Adega do Cartaxo, chega-nos a sugestão do ‘Bridão Colheita Tardia branco 2016’, ideal para a acompanhar, assim como ao típico ‘Bolo Rei’. Para os mais doceiros, haverá ainda espaço para ‘Bolo Rainha’, ‘Aletria’, ‘Coscorões’, ‘Filhoses’ e ‘Rabanadas’, cuja proposta é acompanhar com ‘Quinta da Alorna Abafado 5 Years branco 2013

Aperitivo

. Nana Espumante Blanc de Blancs Bruto Reserva branco 2016 (Quinta da Lapa)

 €10,80

Queijo de pasta mole

. ACA Fernão Pires branco 2018 (Adega Almeirim)

 €12,00

Bacalhau cozido ou Polvo

. Falcoaria Vinhas Velhas Fernão Pires branco 2017 (Casal Branco)

€15,00

Perú de Natal

. 1836 Grande Reserva branco 2017 (Companhia das Lezírias)

€25,00

Fruta e Bolo Rei

. Bridão Colheita Tardia branco 2016 (Adega do Cartaxo)

 €9,40

Bolo Rainha, Aletria, Azevias, Coscorões e Filhoses

. Quinta da Alorna Abafado 5 Years branco 2013 (Quinta da Alorna)

 €6,99

 

LARGO DO PAÇO COM NOVA CARTA DO CHEF TIAGO BONITO

 
O Largo do Paço, pelas mãos do chef Tiago Bonito, renovou recentemente a sua Estrela Michelin, que ostenta desde 2004. A criatividade, a evolução e toda a inquietude do jovem chef estão bem espelhados na nova carta de outono-inverno no restaurante da Casa da Calçada Relais & Châteaux, em Amarante.

Da carta que agora apresenta fazem parte criações que refletem a permanente evolução das técnicas e capacidade criativa do chef Tiago Bonito, fruto de um trabalho meticuloso e persistente que tem vindo a desenvolver ao longo do seu percurso.

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Para iniciar a refeição quatro entradas, pensadas ao detalhe, começam a despertar os sentidos dos comensais, e um dos melhores exemplos é a Perdiz, foie gras, pimenta sichuan e royal de castanha (27€).

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Nos pratos principais, exclusivos deste serviço à carta, o Robalo, gambas do Algarve, texturas de aipo e molho fumado (39€),  nos pratos de carne, o Novilho “Arouquesa” com molejas, alcachofra e molho bordalês (39€), e o Borrego, abóbora, beringela, miso e especiarias (36€).

Mas esta nova proposta gastronómica não fica por aqui. E entre as novidades, O Nosso Carro de Queijos, com uma variada selecção de queijos nacionais e internacionais, acompanhados de compotas e frutos secos, é a sugestão do Largo do Paço para prolongar e saborear bons momentos à mesa. Das sobremesas imperdíveis, destaca-se a Azeitona, com soro de leite, balsâmico velho e whisky fumado (17€), uma combinação tão improvável quanto inesquecível.

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Mas os protagonistas principais da oferta do Largo do Paço são os menus de degustação. O Menu Caminhos (115€) e o Menu Identidade (130€), que podem ser harmonizados com uma cuidada seleção vinhos "Escolha do Sommelier", uma sugestão que enriquece a experiência gastronómica, e que está disponível por 55€ e 65€ por pessoa, respetivamente.

Caminhos, inspirado nas raízes e clássicos do chef, é um menu de sete momentos que representa fortemente a evolução permanente dos métodos utilizados na cozinha de Tiago Bonito. Já o Menu Identidade é uma homenagem a lugares por onde o chef passou. 

Reservas ou mais informações através do e-mail: reservas@casadacalcada.com  

Contactos:

Telefone: +351 255 410 830

Morada:

Largo do Paço, 6 4600-017 Amarante

Porto - Portugal

Online:

http://www.largodopaco.com  

https://www.casadacalcada.com 

https://www.instagram.com/casa_da_calcada 

https://www.facebook.com/casadacalcada

 

 

A&D Wines alarga mercados de exportação em 2019

 

A A&D Wines, produtora de vinhos verdes na região de Baião, revelou em 2019 um crescimento nos mercados de exportação, tendo-se estreado em seis novos mercados: Nova Iorque, Califórnia, Espanha, Holanda, Emirados Árabes Unidos e Noruega. Os novos mercados representam, no ano de 2019, cerca de 19% do valor total de vendas da produtora de Baião.

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Juntamente com o Japão, estes novos mercados vêm acompanhar uma tendência que a marca tem vindo a verificar desde 2018, de aumento das exportações para fora do mercado Europeu. Em 2019, o mercado extraeuropeu representa um terço das vendas, valor para o qual contribuem maioritariamente o Canadá, EUA e Japão.

Como parte do seu plano de expansão e consolidação no mercado nacional e internacional a produtora familiar alargou o portefólio de vinhos, abriu o seu primeiro ponto de Enoturismo na Quinta de Santa Teresa e apostou na conversão de toda a agricultura para produção biológica.

As colheitas de 2019 do portefólio de vinhos da A&D Wines serão na sua maioria lançadas com certificação biológica, o que é particularmente valorizado na maior parte destes novos mercados de exportação.

A sub-região de Baião, junto à fronteira com a região duriense, é uma sub-região dos Vinhos Verdes que tem vindo a conhecer crescente notoriedade, sendo reconhecida pela produção de vinhos complexos, aromáticos e com boa capacidade de guarda.

 

 

Taylor’s Lisboa: brindar ao Natal com Vinho do Porto

 

É uma das mais premiadas e reputadas casas de vinho do Porto e abriu este ano um espaço em Lisboa, onde é possível provar, conhecer e comprar uma seleção alargada dos seus ícones. 

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Inaugurada em maio, a loja e sala de provas da Taylor’s em Lisboa prepara a sua primeira época festiva na cidade, com um conjunto de experiências para provar e conhecer mais sobre o vinho que é uma presença obrigatória na mesa de Natal.

O pretexto perfeito para reunir os amigos ou colegas de trabalho e aprender mais sobre o vinho do Porto, ao mesmo tempo que desfruta de uma prova de vários estilos e anos de colheita, alguns deles raramente disponíveis a copo. Para quem procura um presente especial, a Taylor’s Lisboa acolhe uma coleção de prestígio, onde encontrará a escolha certa para oferecer ao amigo secreto da empresa ou surpreender o sogro enófilo.

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Mas é na sala de provas que a magia acontece. Entre as experiências disponíveis, destaque para a “Introdução ao Porto Taylor’s”, que convida a uma viagem pelos diversos estilos de vinho do Porto. Em prova estão 5 referências pelas quais os participantes serão guiados: Taylor’s Chip Dry White, Taylor’s LBV, Taylor’s Tawny 20 anos, Taylor’s Quinta de Vargellas Vintage 2015 e Taylor’s Vintage 2009 (40€). A experiência pode ser acompanhada por petiscos, como seleção de queijos portugueses (15€), seleção de enchidos (14€) ou trufas artesanais de chocolate negro (5€).

Sendo este um espaço dedicado à cultura e tradição do vinho do Porto, poderá ter ainda a oportunidade de assistir a um ritual antigo de abertura de uma garrafa de Porto Vintage: a fogo e com uma tenaz. Uma demonstração imperdível para disfrutar entre amigos.

Para os amantes de cocktails e de vinho do Porto, sugere-se a “Porto Mixology”. Uma experiência divertida e interativa, em que cada participante poderá fazer três cocktails com Porto Taylor’s sob a orientação de um profissional e brindar assim ao Natal com uma criação própria.

A Taylor’s Lisboa está aberta todos os dias, das 11h00 às 19h30. As reservas para grupos de 10 ou mais pessoas têm preços especiais.

Morada e Contactos: Rua Cais de Santarém 8, 1100-104 Lisboa
Tel.: 218 863 105
E-mail: lisbon@taylor.pt

 

A magia do Natal vive-se no Spa do The Yeatman

 

Para se preparar para a azáfama do Natal ou para presentear alguém especial, o Spa do The Yeatman desenvolveu um conjunto de programas pensados para a época e para os dias mais frios de dezembro.

 

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O Spa Vinothérapie® Caudalie do The Yeatman convida a momentos de relaxamento profundo e bem-estar. Com vista privilegiada para as margens do rio Douro e a encosta do centro histórico do Porto, as propostas para o mês de dezembro incluem tratamentos revigorantes, para disfrutar sozinho, a dois, ou ainda para oferecer.

Com a chegada do Natal e o aproximar do novo ano, não faltam pretextos para recarregar energias. Ideal para combater a tensão acumulada e equilibrar os níveis de stress, o programa Especial Corpo combina uma Massagem de pedras quentes e Massagem craniana, que através dos extratos da grainha da uva e de óleos essenciais vai restabelecer a harmonia entre o corpo e a mente. Uma experiência que tem a duração de 70 minutos e o valor de 120€.

Com o objetivo de preparar a pele para os dias de festa, o Vinoperfect facial devolve a luminosidade ao rosto. Ao longo de 50 minutos, a conjugação de óleos essenciais com as pedras basálticas quentes e frias vai estimular a vitalidade da pele. Um programa que tem o custo de 105€ e inclui a oferta do fluído pele perfeita (40 ml), da linha Vinoperfect da Caudalie.

E se durante o ano foram poucos os momentos a dois, o Spa Vinothérapie® Caudalie sugere o Programa Romântico – uma massagem Divine Duo, feita na tranquilidade de uma das salas exclusivas para casais, e um Banho Barril que junta os óleos essenciais aos jatos de imersão do jacuzzi. Serão 75 minutos de puro relaxamento, pelo valor de 275€ por casal.

Para quem quiser prolongar estas experiências e recriar um oásis de tranquilidade em sua casa, o Spa Vinothérapie® Caudalie do The Yeatman apresenta as edições limitadas de Coffrets natalícios. Diversificadas seleções de produtos, tanto para corpo como rosto, com valores entre os 8,40€ e os 99€.

Como é habitual, todos os tratamentos permitem acesso à área de bem-estar do Spa (banho romano, banho turco, shower experience e sauna), piscina interior e ginásio, assim como à sala de relaxamento. O estacionamento é oferta e as reservas podem ser feitas através do e-mail: spa.reception@theyeatman.com.

 

Omdesign assina o primeiro Série Ímpar da Sogrape

 

A Omdesign, agência de publicidade e design é responsável pela imagem do Série Ímpar Sercialinho 2017, o primeiro vinho desta série que nasce do desafio lançado pelo presidente da Sogrape, Fernando da Cunha Guedes, à equipa de enologia da empresa.

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A inspiração deste projeto inovador é a criação de vinhos originais, especiais e únicos, que obedeçam apenas a uma regra: ter origem em Portugal. Série Ímpar pode ser branco, tinto ou rosé, tranquilo ou espumante; pode incluir vinhos de autor e cocriações; podem ser vinhos de qualquer região vitivinícola, varietais ou um lote singular, sem limites à imaginação. 

Original e único, é o primeiro episódio desta série, um vinho branco sem igual que nasce da mestria de António Braga e do caráter aromático ímpar da casta Sercialinho, típica da Bairrada. A imagem ultra minimalista adotada foi criada pela Omdesign, que foi também responsável pela conceção de duas embalagens, de 1 e 3 garrafas, produzidas em madeira e cartão, bem como de uma brochura que explica todo o conceito deste projeto, entre outros materiais de comunicação.

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Trata-se de uma edição exclusiva de vinhos de inspiração, com 2.030 garrafas numeradas, que terá novos capítulos, sempre com o selo de qualidade da equipa de enologia Sogrape, que decidirá elevá-lo a Série Ímpar quando um vinho for merecedor desse estatuto, em que cada lançamento é uma verdadeira surpresa. 

 

Adega do Monte Branco de portas abertas

 

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A Adega do Monte Branco convida os visitantes a aparecerem na adega nos próximos sábados dias 07 e 14 de dezembro das 10h às 18h.

“Vamos estar de portas abertas para receber todos os visitantes, a entrada é livre, não é preciso marcação, e serão dias muito descontraídos para relaxar e conhecerem o nosso projeto e as várias ofertas de enoturismo que temos”, explica Mariana Monteiro.

A Adega do Monte Branco (AMB), em Estremoz, é um projeto do enólogo Luís Louro que, em parceria com Inês Capão, produz vinhos elegantes, frescos, com caráter e personalidade, sempre com castas portuguesas. Venha conhecê-los!

A responsável de enoturismo explica que “não há um programa marcado, as pessoas podem aparecer e fazer várias atividades”.

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A oferta inclui provas vínicas e visitas guiadas à adega. Mas os visitantes podem contar também com preços especiais na Loja do Enoturismo, nestes dois dias.

Contamos com a presença de todos para um dia muito especial!

Para mais informações pode contactar através do email info@adegamontebranco.com ou pelos telfs. +351 268 098 077 ou +351 910 218 581.

 

Queijo de São Jorge DOP na sua mesa de Natal

A época festiva mais esperada do ano está a chegar e a LactAçores tem algumas sugestões preparadas para partilhar com a família e amigos, seja com um apetecível presente ou para enriquecer a mesa de Natal.

A Mariquinhas foi à Ilha de São Jorge e conheceu o lendário Queijo São Jorge DOP com mais de 500 anos de história. Foi amor à primeira vista, apesar da diferença de idades. Como não se conseguiu decidir por qual gostava mais, trouxe consigo o Queijo São Jorge DOP de 4, 7 e 12 meses de cura. Delicie-se com esta combinação provável com o conjunto São Jorge DOP acompanhado por um Licor de Ginja Mariquinhas num kit com 3 mini queijos São Jorge DOP com curas de 4, 7 e 12 meses e um licor.

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Este conjunto estará disponível nas lojas da SONAE, Minipreço, E. Leclerc, El Corte Inglés e Auchan, pelo preço recomendado de 9,99€.

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E para surpreender os amantes de queijo, a LactAçores apresenta 2 meias fatias de queijo São Jorge DOP com curas de 7 e 12 meses. Este kit pode ser adquirido nas lojas da SONAE, Pingo Doce, Minipreço, E. Leclerc, El Corte Inglés e Auchan, pelo preço recomendado de 4,49€.

 

 

O BROA Restaurante, no coração da Foz do Douro, verdadeira ode à Cozinha Tradicional Portuguesa

 

Situada à margem do Douro, perto da Foz Velha, esta é uma Casa Portuguesa com certeza. No BROA revive-se as boas memórias do palato por entre a típica gastronomia portuguesa de raíz, num ambiente acolhedor e descontraído, com um trato cuidado e especial para uma experiência autêntica.

“Aqui saboreia-se a verdadeira comida portuguesa tradicional, daquela que se encontra em tascas genuínas, mas servida com toda a comodidade de um restaurante, embora sem pretensões” - quem o diz é Heitor de Melo, o Chef que desde 1989, ano em que abriu o primeiro restaurante de luxo na Ribeira do Porto - A Porta Nobre -  tem enchido de sabor não só a Invicta, mas as refeições de ilustres celebridades como o Príncipe Eduardo de Inglaterra e Simeão II da Bulgária, atores como John Malkovich e ainda políticos como Jacques Chirac, António Guterres e Mário Soares. Em 2019 volta ao seu porto de abrigo, a Foz, para fazer, tal como diz - “o que me dá mais gosto...comida tradicional portuguesa, como só encontramos em casa das nossas avós”.

LinguasBacalhau_WOWAgency_Broa_20191111.jpgFonte: WOW Brand Energizers

O cardápio é extenso e nele podemos encontrar repastos há muito perdidos, ou não fosse este o convite da Casa.

Nos starters - ou merendas - o Chef destaca para boas-vindas a Sopa à Portuguesa (2,50€), os Pastéis de Massa Tenra (6€) e as Línguas de Bacalhau em Piripíri (12€). Seguem-se pratos principais como os Filetes de Polvo com Arroz do Mesmo (18€) e a Língua Estufada com Puré de Batata, Ervilhas e Cenoura (12€). A estas iguarias juntam-se ainda o tradicional Bacalhau no Forno com Broa, Grelos e Batata Assada (16€) e as famosas Tripas à Moda do Porto (12€).

Na categoria das sobremesas, a sugestão do Chef passa pela típica doçaria conventual produzida na Cozinha da Casa - o Pudim Abade de Priscos (5€) e o Leite Creme (4€), que vem ainda com a crosta estaladiça a fumegar para a mesa.

PasteisMassaTenra2_WOWAgency_Broa_20191111.jpgFonte: WOW Brand Energizers

Durante a semana, ao almoço, o BROA apresenta um Menu Executivo por 9,50€ (composto por entrada ou sobremesa, prato, bebida e café) ou 11,50€ (aqui com entrada, prato, sobremesa, bebida e café). Se visitar o Restaurante no fim de semana, terá ainda acesso a propostas fora da carta e que lhe serão verdadeiramente familiares, tais como o Cozido à Portuguesa, o Cabrito, o Arroz de Cabidela e o Bacalhau à Gomes de Sá.

Tripas_WOWAgency_Broa_20191111.jpgFonte: WOW Brand Energizers

O Restaurante encontra-se aberto todos os dias das 12h às 15h30 e das 20h às 23h30, exceto à 4ª feira (descanso semanal) e Domingo ao jantar, podendo desfrutar de um almoço ou jantar no espaço interior ou no terraço coberto.

 

Churchill's recebe nova geração com filha do fundador a dar continuidade à tradição familiar

 

A Churchill's orgulha-se de anunciar a nomeação de Zoe Graham, filha mais velha do fundador John Graham e a 6ª geração da família no comércio de vinhos do Porto e Douro, como diretora de Vendas e Marketing.

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Zoe volta para casa, no Porto, depois de mais de uma década no exterior, período em que construiu uma carreira diversificada ocupando cargos de gestão de marcas na Moët Hennessy em Paris e Londres e como diretora criativa da consultora de marcas Flamingo em São Paulo, tendo ainda terminado um doutoramento em Media na Universidade de Nova York. Ao juntar-se à Churchill’s, vai supervisionar as equipas de vendas e marketing, trazendo a sua experiência em estratégia de marcas e comunicação para a já disruptiva marca Churchill’s.

"Estou emocionado e honrado pela Zoe ter escolhido juntar-se a mim na Churchill's", diz John Graham. “Como primeira geração nesta empresa, a minha missão foi estabelecer a Churchill’s como um produto de qualidade, e tenho muito orgulho no reconhecimento que os nossos Portos e vinhos DOC Douro têm recebido. Agora sentimos que era o momento de começar o processo de entrega à próxima geração da família para construir e expandir a nossa marca - a Churchill’s, e a Zoe é a escolha natural com a sua experiência em comunicação e marketing, sinto que ela está particularmente adequada para enfrentar este desafio”.

O marido Ben Himowitz, um americano com mais de uma década de experiência em estratégia de negócios e marca, junta-se à equipa e assume o papel de diretor de Desenvolvimento de Negócios. Antes de se mudar para o Porto, Ben fazia parte de uma consultora de estratégia pertencente à A-List, a Redscout em Nova York, onde liderou contas como Diageo, Uber e Hilton. Ambos trabalharão ao lado de John, que continua no cargo de CEO e enólogo principal, com Ricardo Pinto Nunes como diretor de Produção.

A história de John e da Churchill’s é a construção de um legado, mais do que a sua preservação no tempo.  A chegada de Zoe e Ben marca a transição da empresa de uma ousada start up para um negócio multigeracional - embora tenha raízes de seis gerações de história da família no Douro.

“Os meus antepassados ​​vieram para Portugal no final do século XVIII como comerciantes de têxteis e fundaram um negócio em Lisboa e no Porto. Às vezes a empresa Graham recebia pagamento em vinho por mercadorias vendidas no Douro, e foi assim que o Porto Graham teve origem”, diz Zoe Graham. "160 anos depois, o meu pai começou a Churchill's com um espírito empreendedor semelhante, desta vez nascido da sua paixão pela produção de vinho".

Quando John fundou a Churchill's em 1981, com os seus dois irmãos e a esposa, Caroline Churchill, viu a empresa como uma forma de começar uma nova tradição numa indústria de Vinho do Porto imersa no passado. Como filho mais novo do último proprietário da família da marca de vinho do Porto Graham’s, John cresceu cercado pelo comércio de Porto. E mesmo depois de o negócio da família ter sido vendido quando era adolescente, decidiu dedicar a sua vida a esta indústria, treinando desde os 21 anos na Cockburn Smithes e desenvolvendo uma reputação de vintage blender de classe mundial. Em vez de assumir um papel de liderança noutra estabelecida casa de Porto, aos 29 anos decidiu começar sozinho a escrever um novo capítulo na história da sua família, fundando a primeira nova empresa de vinho do Porto em mais de 50 anos.

"Para mim, ter a Zoe e o Ben a assumir este compromisso com a Churchill’s é um voto de confiança na história da empresa e sobretudo no seu futuro… Não podia estar mais empolgado em ver para onde a próxima geração nos leva”, afirma John Graham.

 

 

O melhor da Ilha do Pico nesta época festiva

Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico (CVIP - PicoWines) tem a sugestão ideal para acompanhar a sua consoada e celebrar os bons momentos, o vinho Terras de Lava Tinto Reserva.

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Num mês em que as mesas dos portugueses se enchem de iguarias típicas, não há melhor que um bom vinho para as acompanhar. Bernardo Cabral, o enólogo consultor da CVIP - PicoWines, afirma, “Este vinho tem grande aptidão gastronómica, acompanhando bem carnes vermelhas, pratos condimentados e queijos maturados. Tudo o que nesta altura festiva se pode encontrar em casa dos portugueses, daí ser a opção ideal para esta época.

Terras de Lava Tinto Reserva, após a fermentação, estagiou durante 14 meses, grande parte em barricas de carvalho francês e o restante em barricas de carvalho português.

A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico continua a apostar na qualidade para oferecer e levar aos portugueses o que de melhor se faz na Ilha do Pico.

Festas felizes, em óptima companhia!

DEZEMBRO 2019 - PRÉMIOS E ETC

04.12.19 | manuel

Vale Travessos, o mais pontuado 

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Wine Enthusiast premeia 6 vinhos da José Maria da Fonseca

 

A prestigiada revista norte-americana Wine Enthusiast premiou 6 vinhos produzidos pela José Maria da Fonseca: José de Sousa 2017, Domini Plus 2015, Alambre 10 anos, Alambre 20 anos, Alambre 30 anos e o Alambre 40 anos. 

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O principal destaque vai para o José de Sousa 2017. Este vinho tinto de talha alentejano surge na lista “The Enthusiast 100” com 92 pontos, além de ser considerado uma Editor’s Choice: “Feito na ânfora, este vinho é encorpado e com carácter aberto. Frutos pretos e taninos redondos realçam a riqueza do vinho”.

Sobre o Domini Plus 2015, pontuado com 93 pontos, a Wine Enthusiast refere que este tinto do Douro é “rico em taninos e frutos pretos. O envelhecimento em madeira é ideal para suavizar a textura e adicionar um pouco de especiarias”.

Nos generosos, encontram-se quatro Moscatéis de Setúbal da José Maria da Fonseca: o Alambre 10 anos (91 pontos), o Alambre 20 anos (94 pontos), o Alambre 30 anos (95 pontos) e o Alambre 40 anos (91 pontos).

Segundo a Wine Enthusiast, no Alambre 10 anos, o destaque vai para os “aromas frescos de casca de laranja e mel”; no Alambre 20 anos, o “sabor fresco a tangerina, equilibrado pela amêndoa e caramelo e mel” é enaltecido; o Alambre 30 anos “deve ser saboreado após a refeição” e revela “sabores de figo, damasco seco e mel” e o Alambre 40 anos é “denso em sabores ricos de frutas, que são acentuados por toques de carvalho e especiarias”.

2011 é ano de Barca Velha

03.12.19 | manuel

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EXPOENTE MÁXIMO DO DOURO SERÁ LANÇADO EM MAIO DE 2020

 

Qualidade e excelência são atributos decisivos para a criação de grandes vinhos, mas no caso de Barca Velha é a prova do tempo quem leva a melhor. Decorridos 8 anos de mais uma vindima excecional, é chegado o momento de anunciar o 20º Barca Velha da história.

A notícia adivinhava-se, entre conjeturas e certezas quase absolutas, sobre qual seria o próximo capítulo da história de um dos mais emblemáticos vinhos de Portugal. A grande aposta recaía sobre o ano de 2011, um ano grandioso para a região do Douro, marcado por uma das maiores declarações de Porto Vintage de sempre. Premonições à parte, foi o tempo o verdadeiro responsável por confirmar a próxima colheita do expoente máximo do Douro com a assinatura de Casa Ferreirinha.

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Para o enólogo Luís Sottomayor, «2011 foi um ano extraordinário, dos melhores de sempre no Douro, intenso e de grande qualidade, pelo que da nossa parte foi só uma questão de paciência até podermos confirmar o potencial que a vindima deixou antever».

Pioneiro e inovador, Barca Velha é desde 1952 o símbolo inquestionável da mais alta qualidade dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo, elegante e rico, os adjetivos são poucos para descrever as 19 colheitas até hoje anunciadas ao longo dos seus 67 anos de história. Declarado apenas em anos verdadeiramente excecionais, Barca Velha é, desde a sua criação, elaborado com uvas selecionadas de diferentes altitudes no Douro Superior. A Quinta da Leda, com 160 hectares de vinha, dá hoje origem à maior parte dos vinhos que integram o lote composto pelas castas tradicionais da região.

Casa Ferreirinha Barca Velha 2011 será apresentado pela primeira vez em maio de 2020.

DEZEMBRO 2019 - NOVIDADES

03.12.19 | manuel

Real Companhia Velha estreia espumante rosé e lança o seu Espumante Bruto branco 2015

 

“O Douro é o que nós quisermos. Dá-nos o privilégio de podermos fazer uma grande variedade de vinhos, todos com grande qualidade”. Esta é uma afirmação do enólogo Jorge Moreira, que, quando regressou à Real Companhia Velha, em 2010, teve como um dos vários desafios, relançar a empresa no segmento dos espumantes. O objectivo nunca foi o da quantidade, mas da qualidade. O primeiro espumante desta nova “geração” nasce da colheita de 2011, sob a marca ‘Séries’ e feito com uvas de Chardonnay e Pinot Noir. A aceitação, pela crítica e pelo consumidor, foi excelente, o que ditou o salto de ‘Séries’ para a marca mãe, ou seja, ‘Real Companhia Velha’.

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O ‘Real Companhia Velha Espumante Bruto branco’ foi materializado nas colheitas de 2012, 2013 e 2014, chegando agora ao mercado a colheita de 2015.

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Embora bicentenária, a inovação e as experimentações são um atributo da Companhia destes tempos. Assim, a Real Companhia Velha lança não apenas uma nova colheita do seu ‘Bruto branco’, mas estreia um ‘Bruto rosé’, feito 100% de Pinot Noir. A estreia do ‘Real Companhia Velha Espumante Bruto rosé’ faz-se com a colheita de 2013, numa edição limitada a 1500 garrafas. Sem data prevista de lançamento, na cave está já um ‘Grande Cuvée branco’.

Real Companhia Velha Espumante Bruto branco 2015

PVP: €22,00 • Garrafas: 6716

Real Companhia Velha Espumante Bruto rosé 2013

PVP: €26,00 • Garrafas: 1500 

 

Esporão lança Reserva Tinto 2017

O Esporão acaba de lançar a colheita de 2017 do Esporão Reserva Tinto, com rótulo ilustrado pelo artista visual, poeta e performer António Poppe. O clássico alentejano mantém o carácter rico e típico do território único de onde é proveniente, a Herdade do Esporão.

Lançado em 1985, o Esporão Reserva Tinto foi o primeiro vinho feito pelo Esporão. Desde essa altura, a empresa convida um artista para personalizar e enriquecer os rótulos das colheitas do Reserva e Private Selection. Esta tradição conta já com a participação de 32 artistas portugueses, 2 angolanos e 1 brasileiro.

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©Esporao #istoéesporão #EsporãonoAlentejo @esporaoworld

Este vinho tinto é obtido unicamente a partir de uvas da Herdade do Esporão, onde as práticas agrícolas de Produção Integrada assentam na racionalização dos recursos naturais, contribuindo para uma agricultura sustentável e produzindo frutos de maior qualidade.

No processo de vindima, as uvas para produzir este vinho são colhidas à mão. Depois de vinificado em depósitos de pequena capacidade, com controlo de temperatura e prensagem, o Esporão Reserva Tinto estagia em barricas de carvalho americano e francês durante 12 meses, produzido com as castas Alicante Bouschet, Aragonez, Trincadeira e Cabernet Sauvignon.

Esporão Reserva Tinto 2017 | 75 cl - P.V.P. Recomendado com IVA  19€

 

Raríssimo By Osvaldo Amado

 

Os apreciadores de vinhos já conhecem bem o trabalho de Osvaldo Amado, reconhecido enólogo português, já com 32 vindimas de história, milhões de garrafas produzidas, com milhares de prémios atribuídos e muitas marcas que dispensam apresentações, como Casa de Santar ou Cabriz. Já fez todo o tipo de vinhos, exceto... os seus! E tinham de ser especiais, únicos, distintos. Tinham de ser raros, ou melhor, tinham de ser “Raríssimos”. Vinhos de ateliê, como joias nascidas da natureza, e a primeira é um espumante Extra Bruto Blanc des Blancs de 2006.

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Créditos: 2019 All Rights Reserved M&A CREATIVE AGENCY

Há cerca de dois anos decidiu restruturar a sua vida, abandonando as consultorias para ter mais tempo para os vinhos do Grupo Global Wines e também reunir condições para criar os seus próprios vinhos, num estilo até agora nunca antes comercializado. Vinhos de ateliê, sejam eles clássicos ou modernos, mas sempre diferenciados pela originalidade e pela raridade, produzidos em edições limitadas. Assim nasceu a empresa Total Wines – Vinhos de Portugal e a marca Raríssimo By Osvaldo Amado. O objetivo ficou desde logo definido: produzir vinhos especiais, distintos e complexos... verdadeiras joias, delicadamente desenhadas, únicas, perfeitas, raras, desde sempre acompanhadas pelo seu criador!

É desta forma que chega o primeiro Raríssimo By Osvaldo Amado, um espumante Extra Bruto Blanc des Blancs de 2006, DOC Bairrada, 100% da casta Arinto. O luxuoso estojo protege a garrafa de design francês, delicadamente envolvida por materiais nobres, com destaque para o rótulo onde “Raríssimo” sobressai, um trabalho de criatividade com a assinatura da Marques & Associados. Do processo de vinificação, o enólogo destaca que é “Creme do creme, aproveitou-se apenas 40% da uva, depois 50% fermentou em barricas de segundo uso. Contou com estágio de 11 anos em garrafa sur lie e 12 meses após o dégorgement”. Para Osvaldo Amado este espumante tem uma longevidade superior a sete anos. Existem 1500 garrafas, que agora chegam ao mercado pelas mãos da Vinalda, a um preço recomendado de venda ao público de 95 euros.

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Créditos: 2019 All Rights Reserved M&A CREATIVE AGENCY

 

Em declaração, José Espírito Santo, diretor geral da Vinalda – Companhia Comercial de Bebidas, destaca que: "Excelência, genuinidade e raridade são características que raramente surgem em simultâneo num novo projeto vínico. Quando esse projeto é pensado e liderado por alguém como Osvaldo Amado, ao longo de quase duas décadas, temos de abraçar a oportunidade de representar a marca com grande paixão e entusiasmo!" E deixa antever o futuro, informando que no início do próximo ano chegam o Raríssimo By Osvaldo Amado DOC Dão tinto 2001, o DOC Bairrada branco 2015, o DOC Dão branco 2011 e o Clarete Clássico DOC Dão 2013.

Osvaldo Amado está apoiado por uma equipa de profissionais que tratam do processo produtivo, estando André Amado responsável pelo marketing e dinamização comercial. O enólogo garante que não pretende dedicar-se exclusivamente a este projeto, pois fazer vinho é a sua forma de vida, uma paixão que lhe permite: “transmitir a essência da natureza, com elegância e identidade, proporcionando momentos únicos de pura descoberta dos sentidos, despertando-os, surpreendendo-os, em cada momento de prova!”.

RARÍSSIMO BY OSVALDO AMADO

Espumante DOC Bairrada Extra Bruto Blanc des Blancs 2006

Casta: 100% Arinto

Dégorgement: setembro de 2018

Álcool: 12% Vol. | Acidez Total: 7,5g/L | pH: 3,10 | Açúcares Totais: 2,3g/L

Quantidade Produzida: 1500 garrafas

P.V.P. Recomendado: 95€

 

 

Quinta do Côtto Vinha do Dote

 

O Quinta do Côtto Vinha do Dote afirma-se como um vinho homenagem, que recorda as origens de uma família dedicada ao Douro. Já disponível no mercado, a tempo de brindar aos reencontros da quadra natalícia.

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Depois de uma intensiva reformulação em 2018, a casa Montez Champalimaud consolida no mercado a histórica marca Quinta do Côtto, provando que os grandes ícones nunca se esquecem. Sob a batuta da dupla Miguel Montez Champalimaud, na gestão, e Lourenço Charters, na enologia, chega agora às prateleiras a segunda edição do Quinta do Côtto Vinha do Dote, um vinho que recorda e celebra a história de uma família e sua dedicação secular ao Douro.

Fazendo da beleza do terroir a sua identidade, o Quinta do Côtto Vinha do Dote 2016 é proveniente de uma vinha velha de características únicas, localizadas fora do perímetro principal da Quinta do Côtto. Esquecida durante anos, foi redescoberta em 2015 por Miguel e Lourenço que, desde então, se dedicam à regeneração de um “field blend” com mais de 20 castas com cerca de 90 anos (plantada anteriormente a 1930), procurando revelar, a partir de uma produção muito reduzida, mas de enorme equilíbrio e qualidade, todo o seu potencial.

Antes de se estrear no mercado, o Quinta do Côtto Vinha do Dote 2016 passou por um estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês e português e um repouso de 2 anos em garrafa.

O rótulo conta a história de como esta vinha chegou à família, por via de um dote de Rosa Carolina Pinto Barreiros aquando do seu casamento com António Montez Champalimaud, em 1865. A “avó” Rosa viria a fundar, oficialmente, em 1922, a empresa Montez Champalimaud Limitada. Em sua homenagem, esta vinha velha foi cuidadosamente recuperada e batizada, simbolicamente, como Vinha do Dote.

Quinta do Côtto Vinha do Dote 2016 | 75 cl - P.V.P. Recomendado– 20€

 

Quinta dos Murças VV47 2015, chega agora ao mercado

O Quinta dos Murças VV47 2015 chega agora ao mercado português. O VV47 de 2015 é a expressão máxima do terroir da Quinta dos Murças: provém da vinha vertical mais antiga plantada no Douro, em 1947, em solos xistosos, entre 262 e 292 metros de altitude, com exposição a sudeste e uma inclinação do terreno de 40%. São características únicas que tornam o VV47 um vinho raro, com uma produção limitada de 3300 garrafas.

O Quinta dos Murças VV47 2015 beneficiou de um ano com um Inverno frio e seco, uma Primavera quente e seca e um verão com temperaturas amenas no seu início.

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Quinta dos Murças VV47: a expressão máxima do terroir:  https://youtu.be/KYHa6PnhuEU

Quinta dos Murças: Uma História ainda no começo: https://www.esporao.com/pt-pt/sobre/quinta-dos-murcas/quinta-dos-murcas-historia-ainda-no-comeco.html/

Quinta dos Murças VV45 2015 | 75 cl - P.V.P. Recomendado com IVA – 70€

Quinta dos Murças VV45 2015 | 150 cl - P.V.P Recomendado com IVA - 150€

 

 

Foz Torto, quinta boutique do Douro lança novas colheitas

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O Douro de Abílio Tavares da Silva é contracorrente. Faz-se de tempo e dedicação pouco comuns na agitação dos dias modernos. É esse o compromisso do produtor Foz Torto: “Fazer vinhos de qualidade superior e que integram o tempo, o lugar e o saber humano”.  Também por isso o projeto mantém uma produção reduzida (15 mil garrafas/ano), à medida da belíssima quinta, de 14 hectares, localizada junto ao Pinhão, e de uma pequena Vinha Velha de castas brancas de Murça, das quais provêm as uvas dos vinhos Foz Torto. Focado no pormenor e na consistência, Abílio Tavares da Silva “gostava ainda de ter um branco de entrada”, mas mantém firme o propósito de tirar prazer do processo de construção de um portefólio de que se orgulhe: “O novo branco vai acontecer quando tiver de acontecer”.

Produzidos em adega-boutique própria, os vinhos Foz Torto vão na oitava edição. À parte os apontamentos do ano vitivinícola, as novas colheitas confirmam o percurso realizado: “A Quinta Foz Torto tem um potencial incrível que se tem vindo a manifestar de modo consistente. São vinhos complexos, persistentes e profundos que se vão mostrando melhor ao longo dos anos”, caracteriza a reconhecida enóloga Sandra Tavares da Silva, autora dos vinhos Foz Torto.

Apesar da sua breve história, os vinhos Foz Torto têm vindo a conquistar um elevado reconhecimento, figurando entre os melhores vinhos do Douro. Ainda recentemente, na “grande prova” anual de grandes vinhos do Douro, que a revista Vinho Grandes Escolhas publica na edição de novembro, o Foz Torto Vinhas Velhas tinto 2016 surge no grupo restrito dos grandes vinhos do Douro, “tinto de rara finura, com taninos delicados e acidez perfeita”, obtendo 18 valores.

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Foz Torto tinto 2017 PVP: 13 euros

Número de garrafas: 11.188 garrafas de 0,75 L e 200 garrafas de 1,5 L.

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Foz Torto Vinhas Velhas branco 2018PVP: 20 euros

Número de garrafas: 1.319 garrafas de 0,75 L e 30 garrafas de 1,5 L.

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Foz Torto Vinhas Velhas tinto 2017 - PVP: 33 euros

Número de garrafas: 3.326 garrafas de 0,75 L e 80 garrafas de 1,5L.

 

Azeite em complementaridade

Com exposição privilegiada a sul-ponte, a Quinta Foz Torto é também um pequeno oásis hortícola e um exemplo de revitalização das típicas hortas das quintas do Douro, outra paixão do produtor que ali descobriu legumes e frutas de sabor excecional, entre os quais o tomate coração de boi, o qual tem concurso anual no Douro e Abílio Tavares da Silva como cofundador.

A quinta produz também azeite virgem extra Foz Torto desde 2015, outro produto que merece ser bandeira do Douro, remata Abílio: “Já provaram azeite acabado de extrair com pão quente da aldeia de Suçães? Eu adoro. Todos os anos, quando entrego a azeitona na Casa de Santo Amaro, em Mirandela, faço questão de esperar pela extração para me deliciar com o azeite e o pão. Não resisto, é um jantar fabuloso.”

Das variedades Verdeal, Cordovil, Cobrançosa e Molar, este é um azeite com frutado verde, num toque que o aproxima do típico perfil dos azeites transmontanos.

 

 

 

Poças lança coleção inovadora de decanters de Vinho do Porto

 

O clássico de Natal nunca esteve tão elegante e criativo. A nova coleção Vinho do Porto Decanters da Poças revela que o tradicional ícone de Portugal sabe manter-se na vanguarda e inovar.

É um clássico de Natal que não se dispensa. O Vinho do Porto continua a ser uma tradição no sapatinho e à mesa das festividades natalícias dos portugueses, mas é igualmente um símbolo de Portugal que merece a preferência dos turistas, reconhece Pedro Pintão, diretor de marketing e comunicação da Poças: “O crescimento do turismo em Portugal e no Porto veio intensificar as vendas de Vinho do Porto no segmento de oferta. É um ícone nacional que muitos estrangeiros gostam de levar como recordação”.

Atenta ao mercado e na linha de ações inovadoras que a quarta geração da Poças tem vindo a realizar na empresa, a centenária produtora de vinhos lança a nova coleção Porto Decanters.

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Com design arrojado e uso de tecnologia inovadora no fabrico do vidro, as embalagens especiais dos Porto Tawny 10 e 20 anos são usadas pela primeira vez pelo setor do Vinho do Porto e distanciam-se dos decanters tradicionalmente usados na indústria. “A forma dos novos decanters remete para um imaginário rico, de momentos de prazer e experimentação, bem como de convivialidade e partilha, valores típicos da época natalícia”, apresenta Pedro Pintão. “É um modo de valorizarmos o vinho do Porto que produzimos há várias gerações e que tem granjeado prestígio e reconhecimento para a empresa”, conclui.

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No mesmo espírito de vanguarda na valorização do Vinho do Porto, a nova gama de produtos notáveis para oferta da Poças inclui um Porto Tawny muito especial, o Porto Muito Velho Poças 1918, um vinho de celebração e homenagem à região e ao ano de fundação da empresa. Lançado no final de 2018, este Porto comemorativo chegou à Poças quando o fundador da empresa, Manuel Domingues Poças Júnior, recebeu a Quinta das Quartas como pagamento de uma dívida e entre o espólio entregue estava um lote de Vinhos do Porto que foi guardado e tem hoje entre 90 e 100 anos.  Edição de 100 unidades apenas, este Porto apresenta-se em garrafa produzida pela Vista Alegre e design inspirado na antiga licoreira do fundador da Poças.

 

Quintas de Melgaço junta Alvarinho e Chardonnay em edição especial

 

No ano em que comemora o 25º aniversário, a Quintas de Melgaço brinda o mercado com uma edição especial do seu primeiro vinho à base de Alvarinho & Chardonnay. Foram lançados apenas 1298 exemplares.

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Este é um ano especial para a Quintas de Melgaço, projeto único na região dos Vinhos Verdes que junta mais de 500 pequenos e médios produtores do concelho homónimo. A celebrar as “Bodas de Prata”, a grande família de produtores do concelho de Melgaço anuncia mais uma novidade: o lançamento do seu primeiro vinho topo de gama. Quintas de Melgaço Alvarinho Chardonnay 2017 é o primeiro exemplar daquele que será um vinho raro para o produtor, já que apenas será produzido em anos de qualidade excecional e sempre em reduzidas quantidades.

Apesar de ser apresentado oficialmente ao mercado este ano, este vinho é uma ambição antiga, resultado de um achado inesperado na adega. Durante a preparação de um lote de Alvarinho, a base dos vinhos do produtor, foi realizada uma prova cega para testar a qualidade e evolução dos vinhos em estágio. Um dos lotes despertou o interesse da equipa de enologia, que se surpreendeu pela elevada qualidade de uma pequena quantidade de Chardonnay, proveniente de uma antiga parcela de um dos sócios do projeto, localizada numa zona de meia encosta, com exposição a poente.

Seguiu-se uma ousada experiência – um blend entre Alvarinho e Chardonnay, uma casta que se caracteriza pela expressiva capacidade aromática e versatilidade – na tentativa de perceber de que forma o terroir da sub-região de Melgaço poderia criar um Alvarinho “com sotaque” de perfil diferenciador e enorme qualidade. A resposta, recorda Pedro Soares, administrador delegado da Quintas de Melgaço, “foi imediata. Somos um dos maiores embaixadores da casta Alvarinho no mundo e não medimos esforços quando o tema é o seu potencial. Vimos uma oportunidade neste lote de Chardonnay e a composição final ficou soberba, superando qualquer boa expectativa”.

Quintas de Melgaço Alvarinho Chardonnay 2017 estagiou em barricas de carvalho francês durante 18 meses, com movimento regular das borras durante todo o tempo.

O novo membro da família da Quintas de Melgaço ostenta já a nova imagem que percorre toda a gama, fruto de uma parceria com o Atelier Rita Rovitti – Wine Branding & Design anunciada no início deste ano. Os raros 1298 exemplares disponibilizados poderão ser encontrados em garrafeiras selecionadas pelo país.

PVP : 49,90€

 

Lancers Brut Rosé: o espumante ideal para as festividades

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O Lancers Brut Rosé é o espumante ideal para as festividades natalícias e de fim de ano. Com um novo método de produção e uma imagem renovada, este espumante da José Maria da Fonseca revela-se agora em todo o seu exponencial pelo método clássico.

Contrariamente aos anos anteriores, esta versão do Lancers Brut Rosé foi elaborada segundo o método Champenoise, igualmente difundido como método “tradicional” ou “clássico”, que consiste em proceder a uma segunda fermentação de um vinho base dentro da própria garrafa. A vinificação é feita em bica aberta e a fermentação em inox com temperatura controlada.

Este método é mais artesanal e sofisticado, dando origem a espumantes de qualidade que apresentam bolha fina e persistente, bem como uma capacidade de evolução dos aromas e uma maior complexidade gustativa.

Produzido através do blend de três castas - Baga, Touriga Nacional e Pinot Noir – este espumante bruto estagiou em garrafa cerca de 1 ano, antes do processo degorgement. Com uma delicada cor de salmão, o Lancers Brut Rosé é frutado e equilibrado. Ideal para servir como aperitivo ou para acompanhar refeições ligeiras e sobremesas. Com aroma a morango, framboesa, groselha e violetas, este espumante deve ser consumido a uma temperatura de 10ºC.

Na renovação de imagem, a garrafa transparente dá lugar a uma garrafa de vidro escuro enquanto o rótulo e a cápsula ganham cores mais rosa.

Espumante Lancers Brut Rosé | 750 ml – PVP: 5,99€

 

Espaço Museológico Quinta das Cerejeiras, a visitar em Dezembro

01.12.19 | manuel

A época natalícia está à porta. Este ano a família Sanguinhal antecipa as festividades com um entusiasmo ainda maior: A reabertura oficial do novo Espaço Museológico da Quinta das Cerejeiras, no Bombarral.

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O espaço vai ter as suas portas abertas durante o mês de Dezembrode terça a sábado, entre as 10h-13h e 14h-18h. Uma oportunidade única de, por um lado, ficar a conhecer mais de perto o armazém de tonéis em carvalho português, a coleção de alfaias agrícolas, as rolhadoras centenárias ou a sala de lagar e prensa de vara e fuso do século XIX e, por outro, inspirar-se nos jardins da Casa-Museu, autoria do arquiteto Norte Junior e onde morou o fundador da Companhia Agrícola do Sanguinhal, Abel Pereira da Fonseca, ou, enquanto folheia a coleção de rótulos antigos, escolher os seus vinhos de eleição para a quadra natalícia que se aproxima, todos eles disponíveis para venda na loja centenária no mesmo espaço.

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A Capela Madre Deus, do século XVI, da Casa-Museu, também pode ser visitada durante o último mês do ano. No dia 27 de Dezembro, às 20h, realiza-se um concerto intimista com os músicos canadianos Tim Baker e Nico Paulo, que vão tocar a solo para abrilhantar a ocasião. Este espaço, que na primeira metade do Sec XX foi a Igreja Paroquial do Concelho do Bombarral desde que a Igreja Matriz ardeu e até à construção do novo templo em 1952, tem o altar mor decorado com azulejos originais do Séc. XVII. Imperdível.

Uma iniciativa que celebra o Natal com a excelência dos Vinhos de Lisboa. Momentos recheados de mestria na produção vitivinícola aliados ao património cultural e riqueza histórica da Quinta das Cerejeiras, Quinta do Sanguinhal e Quinta de S. Francisco.
Ótimo Natal com Vinhos Sanguinhal!

Informação e reservas: 262 609 190 / enoturismo@sanguinhal.pt / www.sanguinhal.pt 

Compra de Bilhetes TicketLine:

Concerto de Natal

https://ticketline.sapo.pt/evento/quinta-das-cerejeiras-concerto-de-natal-46979

Museu do Vinho de Lisboa - Quinta das Cerejeiras

https://ticketline.sapo.pt/evento/quinta-das-cerejeiras-museu-do-vinho-de-lis-46981

Preços por pessoa:

Visita ao Museu: 5€ com prova de vinhos cortesia

Concerto de Natal na Capela Madre Deus: 20€ (lugares limitados a 80 pessoas)

Gratuito para crianças até aos 12 anos.

NOVEMBRO 2019 - PRÉMIOS E ETC

01.12.19 | manuel

Wine & Soul no Top 100 da revista americana Wine Spectator

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A Wine & Soul, projeto do casal de enólogos Sandra Tavares e Jorge Serôdio, foi destacada no TOP 100 Wines of 2019 da conceituada revista americana Wine Spectator, onde o seu vinho Manoella Douro Tinto 2016 foi classificado em 98º lugar com 90 pontos.

As pontuações de excelência que têm sido atribuídas pela Wine Spectator à produtora duriense expressam a qualidade dos vinhos de Sandra e Jorge e o seu reconhecimento no mercado americano.

Manoella Douro Tinto 2016 é elaborado a partir de vinhas com cerca de 40 anos com mistura das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Francisca.

Para a Wine & Soul, as classificações demonstram a consistência e qualidade dos seus vinhos mantendo-os no radar internacional como um dos produtores portugueses mais procurados.

Manoella Douro Tinto 2016 - P.V.P. aproximado: 12,50€

 

Porto Vintage 2017 da Quinta de La Rosa consagrado com 95 pontos em dose tripla

Nas publicações americanas Wine Advocate, Wine Enthusiast e Wine Spectator

 

EAqJ4wxX4AIHmIr.jpgFonte:https://twitter.com/Quintadelarosa1/status/1155887867236966402/photo/1

Vinho consagrado ou com segredo? A pergunta impõe-se porque o ‘Quinta de La Rosa Porto Vintage 2017’ conseguiu a proeza de alcançar 95 pontos não em uma, nem em duas, mas em três das mais conceituadas publicações mundiais de vinho. Falamos das americanas Robert Parker The Wine Advocate, Wine Enthusiast e Wine Spectator. 

“Chegar a este patamar de reconhecimento é muito gratificante, mas ficamos ainda mais satisfeitos ao ver o nosso Porto Vintage 2017 consegui-lo em dose tripla e perante o “julgamento” de tão importantes e afamados especialistas d’além fronteiras: Mark Squires, Roger Voss e Gillian Sciaretta, respectivamente”, afirma Sophia Bergqvist, co-proprietária do projecto duriense Quinta de La Rosa. 

Aquando da declaração de 2017 como ano Vintage para a Quinta de La Rosa, a dupla Sophia Bergqvist e Jorge Moreira (enólogo) afirmou que este ano está pronto a rivalizar com a mítica colheita de 2011. Parece que não se enganaram!

Fica assim garantida a excepcionalidade do ‘Quinta de La Rosa Porto Vintage 2017’, um néctar feito com uvas de Vinhas Velhas, Touriga Nacional, Touriga Franca e algum Sousão, todas de “letra A”, a revelar a máxima qualidade. Estas uvas foram vindimadas nos mais antigos patamares da Quinta de La Rosa, localizada em pleno coração do Douro Património Mundial da UNESCO. O início da colheita, realizada num ano em que o Verão apresentou condições climatéricas extraordinárias, e o cuidado na escolha das uvas, deliciosas e perfumadas, devem-se ao enólogo Jorge Moreira.  

Quinta de La Rosa Porto Vintage 2017

PVP: €47,00 (750ml) e €26,00 (375ml)

 

Wine Enthusiast distingue Borges Soalheira Porto Vintage 2017 com 94 pontos

A prestigiada publicação norte-americana acaba de atribuir 94 pontos ao Borges Soalheira Porto Vintage 2017. A Sociedade dos Vinhos Borges volta a alcançar excelentes pontuações na Wine Enthusiast, vendo reconhecida a excelência dos seus néctares.

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O Borges Soalheira Porto Vintage 2017, vinho de excelência resultado de um ano altamente exigente, foi destacado com 94 pontos (numa escala 0-100).

O ano vitivinícola de 2016-2017 na Quinta da Soalheira foi marcado pelas condições climáticas atípicas, caracterizado pela extrema seca, temperaturas muito baixas no Inverno e elevadas na Primavera e Verão, e precipitação reduzida, resultando num ano de vindimas precoces, como não havia memória no Douro. A vindima terminou no dia 23 de setembro, data em que, habitualmente, estaria a começar. Apesar de ter sido um ano exigente e de muitas adaptações, exigindo um trabalho ainda mais meticuloso na vinha e na adega, o vinho demonstra grande qualidade, muita concentração, cor, estrutura e grande potencial.

Esta é mais uma conquista para a marca portuguesa, em que o reconhecimento além-fronteiras, através de publicações prestigiadas como a Wine Enthusiast, é a garantia do rigor e da qualidade dos vinhos. No mercado desde 1884, os Vinhos Borges encontram-se neste momento em 60 mercados internacionais. Estas distinções nas pontuações contribuem para que os vinhos fiquem ainda mais bem posicionados na lista de preferências dos consumidores nacionais e estrangeiros.

PVP (indicativo e não vinculativo): Borges Soalheira Porto Vintage 2017 – 44.00€