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"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

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JANEIRO 2020 - NOTÍCIAS

21.01.20 | manuel

Vinalda distribui vinhos Vale dos Ares

 

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Créditos: https://www.facebook.com/valedosares/

Vale dos Ares é um jovem projeto familiar que abraçou com toda a paixão o conceito de boutique winery, dedicando-se à produção de monovarietais de Alvarinho de Monção e Melgaço. Os vinhos são provenientes das uvas produzidas na Quinta do Mato, propriedade da família de Miguel Queimado desde 1683.

“Para nós, a aposta na pequena produção é mais do que simplesmente um número reduzido de garrafas, é um estado de espírito, é a vontade de conhecer e controlar apaixonadamente todos os momentos da produção da uva e do vinho, cada videira, cada garrafa. O que nos move é a paixão pelo vinho, pelo nosso terroir, é o entusiasmo de levar até ao consumidor um vinho exclusivo desenhado por nós”, afirma o produtor e enólogo.

A Quinta do Mato esteve sempre ligada à agricultura e pecuária, mas em 1986 o avô de Miguel Queimado apostou também na plantação de vinha da casta Alvarinho, que vendia então à adega cooperativa local. Em 2012, o jovem enólogo decidiu avançar com o projeto Vale dos Ares, com marca própria.

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Créditos: https://www.facebook.com/valedosares/

Os vinhos Vale dos Ares são provenientes de 7ha de vinha de altitude (entre os 150 e os 300mts), em solos de xisto, granito e saibro e dividem-se em duas coleções: a Coleção Single Variety – focada em interpretações da casta Alvarinho; e a Coleção Single Vineyard – focada na expressão máxima de cada parcela das vinhas.

“Em 2020 juntamo-nos à Vinalda com grande orgulho e expectativa no desenvolvimento estratégico da nossa marca Vale dos Ares em Portugal, e com o objetivo claro de iniciar a uma nova fase da vida do nosso projeto”, afirma Miguel Queimado.

“O projeto Vale dos Ares tem procurado afirmar-se como um projeto premium de monovarietais de Alvarinho de Monção e Melgaço, e acreditamos que a Vinalda é o parceiro ideal para continuarmos a mostrar ao mercado aquilo que fazemos de melhor: vinhos exclusivos e autênticos”, adianta o produtor.

Já José Espírito Santo, Diretor-Geral da Vinalda, salienta que “é com grande satisfação que a Vinalda junta ao seu portefólio os vinhos Vale dos Ares, que são joias da região do Vinho Verde, apostando na expressão genuína da casta Alvarinho”.

Portefólio

 Vale dos Ares

 – Coleção Single Variety (Colheita, Borras Finas e Limited Edition);

 – Coleção Single Vineyard (Vinha da Coutada).

 

 

 

A&D Wines, novidades no Enoturismo da Quinta de Santa Teresa

 

A A&D Wines, produtor de vinhos verdes localizado na sub-região de Baião, em 2020 o horário para as visitas ficou mais alargado, consequência do balanço positivo do número de visitantes no primeiro ano de funcionamento. Assim, a Quinta de Santa Teresa estará aberta de Quarta-feira a Domingo (e a partir de Março, todos os dias), das 10h às 18h, com uma oferta que contempla passeios nas vinhas e jardins, o contacto com o dia-a-dia da Quinta e finaliza com uma prova de vinhos comentada na sala de provas no cimo da propriedade, com paisagem panorâmica sobre o vale do Douro. O programa de Enoturismo da A&D Wines oferece ainda a oportunidade de elaborar almoços, lanches, jantares vínicos ou outro tipo de atividades, para grupos de pequena dimensão.

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Em 2019, a A&D Wines recebeu mais de 500 visitantes no seu ponto de enoturismo, sendo eles de mais de 20 nacionalidades distintas. As nacionalidades que mais visitaram o produtor de Baião foram: Canadá, EUA, Bélgica e Portugal – tendo sido Portugal a 4ª nacionalidade que mais visitou a Quinta. 

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Para o casal proprietário, Alexandre Gomes e Dialina Azevedo: “Em 2019 recebemos visitantes de toda a parte do mundo e é com particular satisfação que vemos o número de visitantes portugueses crescer, sendo que alguns deles vêm já com a intenção de visitar o berço dos Monólogo e Singular. Depois deste ano de estreia decidimos contratar recursos humanos dedicados ao enoturismo, melhorar a sinalização da Quinta e abrir uma loja. Sentimos que temos todas as condições para receber ainda mais visitantes, confiantes que 2020 irá consolidar a Quinta de Santa Teresa no mapa do enoturismo da região.”

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A Quinta de Santa Teresa, adquirida em 2015, é uma propriedade única, pela conjugação de características que apresenta, dispondo de várias edificações de valor arquitetónico relevante e outros pontos de interesse, desde a casa principal a jardins, lagos, a piscina e um bosque que presenteiam os visitantes com espaços aprazíveis e de grande beleza, assim como uma sala de provas com vista panorâmica sobre o vale do rio Douro.

 

 

 

Novidades no Noshi, mais opções vegan e glúten free em 2020

 

O Noshi regressou das férias inspirado e renovado, o espaço conta agora com uma exposição temporária da Carolina Maria (Projeto Mandrágora), um terraço mais cosy e uma carta renovada com um novo menu de brunch e ainda várias alternativas vegans e gluten free.

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Créditos:WOW Agency Brand Energizers 

A secção de Happy Food do Noshi é já conhecida pelos seus snacks saudáveis e aconchegantes. A eles juntam-se agora a Green Bowl (6€) - uma smoothie bowl vegan feita à base de abacate, ananás, aveia e spirulina - e a Smooth Açaí Bowl (6€). Nas papas de aveia, o destaque vai para a Tropical (5,5€) - com manga e coco - e a Golden Dark (5,5€)  - com chocolate negro (sugar free), banana e açafrão, sendo esta última vegan. Já nas Panquecas de Aveia existem duas novidades - a Berry (6,5€), com banana, frutos vermelhos, iogurte de morango e granola - e a Bluenana (6,5€) - com mirtilos e banana flamejada.

Na secção de partilha, entram os Nachos Soul (4€) - mais uma opção gluten free - que vêm acompanhados de 2 molhos da casa, o molho asiático e o queijo creme com tomate seco.

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Créditos:WOW Agency Brand Energizers 

Depois do sucesso das Focaccias do Noshi, tanto à hora de almoço como à hora do lanche, surge a nova Focaccia da casa - Focaccia Salmon (9€) - rúcula, pêra ralada, cebola roxa, salmão fumado, wasabi crocante e molho jalapeño são os ingredientes.

O Hambúrguer Vegan (7,5€) vai garantidamente agradar a todos - hambúrguer de cogumelos no pão, rúcula, cebola marinada, tomate cherry assado, molho pesto e nachos - fazendo a delícia de vegans e não vegans.

Se preferir algo mais composto e aventurar-se pela gastronomia do mundo, a sugestão recai nos Noodles (9€) - com noodles de arroz, frango, couve portuguesa, malagueta, molho asiático, coentros e amendoim - e o Arroz Kodam (17€) - servido em casca de ananás,  para duas pessoas, contém arroz basmati, ananás, camarão, cebola, alho, flocos de malagueta, edamame, uva passa, amendoim, ovo, cebolinho e molho kodam. Ambos os pratos são gluten free.

Nas sobremesas, regressa à cena o Vegan Lava Cake com Gelado Vegan (5€), com tempo de preparação de 12 minutos, e que vai encantar os amantes de petit gateau, numa versão light.

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Créditos:WOW Agency Brand Energizers 

Passando para as bebidas, foi nas Bebidas Espirituosas que o Noshi apresentou duas novas entradas - o Green Cocktail (5€) - vodka, ananás, manjericão, sumo de limão e água tónica - e o Cold Brew Baileys (5€) - uma autêntica delícia para os apreciadores de café que vão poder saborear cubos gelados de cold brew servidos com Baileys. Uma bebida especial para uma relaxada e aconchegante tarde de fim de semana no terraço ou no interior do Noshi.

O brunch, disponível aos domingos, a partir das 9h, o menu de Brunch (13,90€)  inclui iogurte com granola e mel; tosta com pesto, ovo estrelado e sriracha; três panquecas de aveia com fruta, canela e mel; sopa ou salada; sumo de frutas ou limonada; expresso ou descafeinado ou café de filtro ou macchiato e ainda um pedacinho de chocolate belga sem açúcar.

O Noshi está aberto todos os dias, das 09h às 19h, à exceção de Domingo, encerrando às 18h.

 

 

«Desafio zero», de Eunice Maia

 

Este livro é o relato, na primeira pessoa, de uma jornada rumo à redução do desperdício.

 

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Eunice Maia, fundadora da Maria Granel, a primeira zero waste store e mercearia biológica a granel em Portugal, apresenta um guia prático que é um verdadeiro convite a uma pequena revolução, inspirado pelo seu próprio percurso e pelas experiências que tem vivido.

Durante muito tempo, a sua vida foi pautada por um consumo excessivo e irresponsável, apagado de qualquer consciência ambiental e totalmente desvinculado de uma preocupação com a sustentabilidade do planeta.

Agora, a autora acompanha-nos nesta caminhada, que também foi a sua, mostrando as melhores estratégias e dicas para organizar a casa, divisão a divisão, incluindo espaços como a despensa, o frigorífico ou o roupeiro, passando pela casa de banho e o escritório.

O desafio começa dentro de casa, mas parte, depois, para a escala coletiva, fora de casa, para contagiar a comunidade. Assim, estão aqui reunidas as melhores formas de reduzir o desperdício nas idas às compras, no cuidado com os animais de estimação e até na organização de eventos, como casamentos, festas de aniversário ou os festejos natalícios.

P.V.P.:  19,90€

 

 

Portugal no topo dos visitantes Casa Museu José Maria da Fonseca em 2019

 

A Casa Museu José Maria da Fonseca recebeu mais de 41 mil visitantes em 2019, oriundos de 80 países. Portugal representou cerca de 21% do total de visitantes no ano passado, seguido dos EUA, Brasil, Alemanha, Reino Unido, França, Rússia, Suécia, Espanha e Canadá.

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“2019 provou-nos, mais uma vez, que estamos a fazer um trabalho de qualidade e com consistência no Enoturismo. Recebemos visitantes oriundos de 80 países e com a abertura do By The Wine Azeitão, localizado mesmo ao lado da Casa Museu, conseguimos aumentar e diversificar os nossos serviços. Para 2020 prevemos mais um ano de crescimento nesta área”, refere Sofia Soares Franco, responsável pelo Enoturismo e Comunicação da José Maria da Fonseca.

Na Casa Museu José Maria da Fonseca é possível visitar as adegas - a Adega da Mata, onde estagia o vinho Periquita, a Adega dos Teares Novos e a Adega dos Teares Velhos, onde repousam os moscatéis mais antigos da casa. No final da visita, é oferecida a prova de vinhos dentro de um leque variado de opções.

Em 2019, uma das grandes apostas do Enoturismo foram os eventos corporativos e particulares. O balanço não podia ser mais positivo, segundo Sofia Soares Franco: “Organizámos na Casa Museu, em 2019, mais de 40 eventos corporativos e particulares, e abrimos também os espaços a casamentos. Gostamos de proporcionar momentos únicos a quem nos escolhe para organizar os seus eventos e, por essa razão, desenvolvemos experiências à medida de cada cliente”.

A José Maria da Fonseca é uma família de vinhos com quase 200 anos de história que proporciona uma experiência de degustação vínica e gastronómica através da sua Casa Museu. As visitas guiadas nas suas instalações em Vila Nogueira de Azeitão são realizadas desde os anos 60 do séc. XX.

A Casa Museu José Maria da Fonseca está aberta diariamente, inclusive fins-de-semana e feriados com serviços variados como visitas guiadas, provas de vinhos e degustação de iguarias regionais, almoços/jantares/cocktails e reuniões/eventos de empresa. As reservas deverão ser dirigidas a enoturismo@jmfonseca.pt ou (+351) 212 198 940. 

A José Maria da Fonseca possui uma segunda unidade de Enoturismo no Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Adega José de Sousa. Nesta adega realizam-se visitas diárias (às 11h, às 15h e às 17h) e provas de vinho, mediante reserva prévia.

 

 

XI edição da “Lampreia do rio Minho – um prato de excelência”

 

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A XI edição da “Lampreia do rio Minho – um prato de excelência”, que decorre até 15 de abril, em Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira que de acordo a ADRIMINHO – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho, pretende trabalhar o desenvolvimento de uma oferta turística regional, com produtos que se enquadram na estratégia nacional para o desenvolvimento da gastronomia e vinhos. A partir do núcleo principal de atividade que é a Lampreia, a ideia é criar uma oferta que torne os quatro meses de época baixa do turismo em meses de época alta na região.

Para Vítor Paulo, vice-presidente da ADRIMINHO, “a lampreia do Rio Minho tem nos dias de hoje uma inquestionável notoriedade e prestígio, quer em Portugal, quer em Espanha (é comum encontrar a oferta de lampreia do Rio Minho em restaurantes Porto, Lisboa e Madrid), podendo por isso ser um fator multiplicador na economia local e alavancar outros produtos turísticos do território do Vale do Minho. Poder-se-á afirmar mesmo que a «Lampreia do Rio Minho» tem atributos de uma marca de referência, pelo que tem um potencial de comunicação muito elevado.”

No programa de apresentação desta iniciativa, houve lugar a várias intervenções à importância do produto, na promoção e integração do território, artes e atividades.

- “O papel da ADRIMINHO na promoção dos produtos endógenos” - Vice - Presidente da Direção da ADRIMINHO

- “O papel da Confraria na valorização do ciclóstomo” - Confraria Lampreia do Rio Minho

- “A Lampreia do rio Minho: desafios e oportunidades” - Associação de Pescadores Profissionais do Rio Minho e Mar

 

 

XXVI Talhas integra portefólio da Vinalda

 

A Vinalda vai passar a distribuir os vinhos do projeto XXVI Talhas,

que dá continuidade à tradição ancestral de fazer “Vinho de Talha” em Vila Alva.

 

O projeto XXVI Talhas presta homenagem à tradição milenar da produção de Vinho de Talha, de forma natural, na pacata aldeia de Vila Alva. O projeto é encabeçado hoje pela filha e netos do Mestre Daniel, que produziu vinhos de talha durante 30 anos, e ainda o enólogo Ricardo Santos (Malo Wines e Quinta do Carneiro), com ligações afetivas ao projeto.  

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XXVI Talhas - porque é o número de talhas que existem na adega onde se produz o vinho, com as marcas Vinho do Tareco (vinho novo da talha) e Mestre Daniel em homenagem ao carpinteiro que comprou a adega e as talhas há mais de 60 anos. O Mestre Daniel produziu nessa adega Vinho de Talha durante cerca de 30 anos, seguindo a tradição familiar que herdou de seus pais e avós. Após a sua morte seguiram-se ainda alguns anos de produção. Contudo, em 1990, a adega encerrou atividade. Em 2018, após quase trinta anos de interregno, a adega volta a funcionar, retomando a tradição local e familiar de produção de Vinho de Talha.

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As vinhas são de sequeiro, com idades entre 20 a 50 anos e contêm castas do antigamente, que aí perduram, como Perrum, Diagalves, Manteúdo e Larião (brancas) e Tinta Grossa (tinta). Os solos são pobres, carregados de xisto e saibro e com relevos atípicos para a região. A proximidade da pequena serra do Mendro tem influência na temperatura, permite produzir vinhos com enorme identidade e personalidade.

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“O projeto XXVI Talhas surgiu com o objetivo de manter e promover o Vinho de Talha e, em particular, o vinho de Vila Alva, um dos principais centros desta tradição milenar. Para esta missão procuramos parceiros que consigam entender o que nos move e comunicar de uma forma clara e honesta a nossa identidade”, afirmam Daniel Parreira e Ricardo Santos.

“Acreditamos que a Vinalda, com o seu know how e posicionamento no mercado, é o parceiro ideal para fazer chegar os nossos vinhos a todo o território nacional e assim levar a tradição do Vinho de Talha a quem ainda não a conhece”, adiantam os mentores do projeto, acrescentando: “Estamos entusiasmados com esta parceria e motivados para fazer mais e melhor em conjunto com a Vinalda"

 José Espírito Santo, Diretor-Geral da Vinalda, destaca, por seu lado, que “quisemos disponibilizar aos nossos clientes Vinho de Talha, mas de um dos raros projetos verdadeiramente autênticos e genuínos”, salientando que este é “um projeto que apenas produz Vinho de Talha, mantendo a sua forma ancestral e natural de produção”.

Portfolio

  •  Mestre Daniel – Talha X Branco, Branco, Talha XV Tinto e Tinto;
  • Vinho do Tareco – Branco, Tinto e Palhete.

 

 

Vinhos Com Sentido: produtores de champagne e de vinhos internacionais

 

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De 28 a 30 de Março, no Hotel Pestana Palace, em Lisboa, decorre o evento “Vinhos com Sentido”, organizado por Alejandro Chávarro, sommelier, formador e conhecedor de vinhos com saber adquirido, entre outros locais, na cave de vinhos do restaurante Astrance (2* Michelin), em Paris, que geriu durante anos, antes de se mudar para o nosso país. Nesses três dias de Encontro Internacional sobre Solos & Viticultura e “masterclasses”, irão debater-se os temas mais prementes da viticultura no mundo, haverá lugar a provas de vinhos e champagnes exclusivos, debates e palestras, encontros com produtores, e almoços especiais concebidos por prestigiados chefs – como o de domingo 29, que conta com uma equipa de excepção: Pascal Barbot (Astrance, 2* Michelin), Vincent Farges (Epur, 1* Michelin), André Lança Cordeiro (Essencial, Lisboa), Vasco Coelho Santos (Euskalduna, Porto) e Pedro Inglês Marques (Pestana Palace) irão preparar uma refeição memorável.

Ao longo dos três dias de evento, discutir-se-á a fertilidade de solos e outras problemáticas atuais, pela voz de Dominique Massenot, consultor especializado em fertilidade de solos, agronomia e viticultura biodinâmica; será promovido um encontro com mais de 15 produtores de vinho e de champagne, pioneiros nas suas regiões e com larga experiência na matéria, tendo ainda a possibilidade de conhecer e provar vinhos das regiões do Loire, da Alsácia, da Borgonha, de Itália e de Espanha.

“Um dos objectivos do “Vinhos com Sentido” é poder proporcionar a vários públicos – dos simples enófilos, a sommeliers ou profissionais da hotelaria e da restauração – o acesso a produtores e patrimónios que dificilmente encontramos em Portugal de forma tão concentrada”, explica Alejandro Chávarro, criador da iniciativa e fundador da empresa “Vinhos Livres”, especializada na importação de vinhos estrangeiros.

Os bilhetes podem ser adquiridos no site oficial: eventos.vinhoslivres.com, sendo possível comprar vários tipos de ingresso (para os três dias ou para um único dia). Quem optar pelo dia 28, “Raízes 2020”, dedicado à partilha e procura de soluções para a viticultura biodinâmica, terá acesso a 3 horas de palestra/debate de manhã, almoço, e novas 3 horas de palestra/debate à tarde, pelo valor de 95€. Caso escolha o dia 29, que inclui a Masterclass de Champagne e o almoço com os 5 chefs de renome, o preço é de 195€ (com valores diferentes em caso de profissionais ou estudantes de hotelaria). Por fim, caso opte pelo dia 30, em que terão lugar as ‘Masterclasses’ dos vinhos do Loire, Alsácia, Hungria, Itália e Espanha, e a ‘Masterclass’ da Borgonha, com provas comentadas pelos próprios produtores e almoço incluído, o valor é outro ainda. Há 50 lugares para cada dia, e toda a informação pode ser consultada em eventos.vinhoslivres.com.

 

 

Região do Tejo aumenta em 71,8% a certificação dos seus vinhos

 

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Em 2019, a região Tejo certificou mais 71,8% de vinhos face ao ano anterior. Passou assim de 13,5 milhões de litros para 23,3 milhões de litros de vinho certificado, o que corresponde a 38% do volume total de vinho produzido na Região, ou seja, 61 milhões de litros.

A aposta na qualidade da produção é contínua e o investimento na certificação dos Vinhos do Tejo é cada vez mais evidente, o que se reflecte em um crescimento exponencial. No ano de 2019, no primeiro trimestre registou-se um aumento de quase 40%, tendo sido o maior de sempre. Número que subiu mais de 30%, no global do ano.

A certificação dos vinhos é uma forma de se valorizar o território, as suas uvas e, consequentemente, os vinhos, potenciando a economia local e o desenvolvimento e fixação das populações, na medida em que estamos assim a garantir que o investimento é feito na região, sendo estes néctares produzidos com uvas cultivadas e transformadas na região.

Segundo Luís de Castro, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, “este crescimento exponencial deve-se ao esforço de toda a Região e não de apenas alguns agentes económicos e, por isso, estamos todos de parabéns; no entanto, ainda estamos longe do grau de certificação das maiores regiões vitivinícolas portuguesas, que chegam a certificar a quase totalidade do vinho que produzem”.

O incremento da exportação – nomeadamente para o Brasil, em primeiro lugar, seguido da Polónia e, depois, da Inglaterra, Alemanha e China – e o progressivo interesse demonstrado por parte do consumidor nacional em relação ao vinho com certificado de origem ‘Tejo’, quer através do canal HoReCa, quer por intermédio da moderna distribuição, são as principais razões do progresso desta importante actividade económica na região. 

Esta realidade deve-se ao constante aumento de notoriedade da região vitivinícola e dos seus vinhos, quer a nível nacional, quer internacionalmente, a qual é fruto do trabalho conjunto desenvolvido entre os produtores e a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, no sentido de aumentar a sua presença nos mercados nacional e internacional, através da criação de vinhos empolgantes com estilos diferenciados, oferecendo ao consumidor, contínua e consistentemente, referências vínicas de qualidade a bom preço.

 

 

VINUM e Graham’s promovem menu servido apenas com Vinho do Porto

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Nem só de sobremesas vive o Vinho do Porto. No VINUM Restaurant & Wine Bar, em Vila Nova de Gaia, há um menu que pretende (com)provar que esta pode ser uma bebida para vários pratos e momentos. 

 

Aproveitando o mote da comemoração do Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27 de janeiro, o VINUM Restaurant & Wine Bar, localizado na zona histórica de Vila Nova de Gaia, em parceria com as Caves Graham’s, com quem partilha o espaço (e a vista), recorda uma das suas maiores criações: um menu totalmente harmonizado com Vinho do Porto

O sugestivo nome – “Menu Gaham’s” – não deixa margem para dúvidas: este é um desafio enogastronómico que tem como principal missão afirmar o potencial do Vinho do Porto à mesa e a sua versatilidade de consumo. No total, são 5 momentos multissensoriais, disponíveis por 100€ por pessoa, tudo incluído, que prometem mudar a forma como se vê e bebe um dos ex-líbris do Douro.

As boas-vindas começam com um fresco e descomplicado Graham’s Extra Dry, aqui servido sem tónica para que os sabores originais a citrinos e a folha de menta o façam brilhar, para acompanhar um Ceviche verde, preparado à base do melhor peixe fresco do Mercado de Matosinhos do dia.

Seguem-se dois elegantes bestsellers da Symington Family Estates e umas das mais representativas categorias de Vinho do Porto: Graham's Tawny 10 anos e Graham's Tawny 20 anos. O primeiro, marcado pelos ricos aromas a fruta madura, é contrabalançado com uma Salada de Stilton, espinafres e maçã, um clássico do restaurante. Já para o segundo vinho, a proposta é o Leitão crocante confitado com castanhas, confecionado num sublime caldo à base do mesmo vinho para garantir a ligação perfeita.

As harmonizações clássicas de Vinho do Porto não foram esquecidas e para o final da refeição estão reservados dois momentos especiais. Para começar, um Vintage da Quinta dos Malvedos, servido com uma cuidada seleção de queijos regionais do Norte de Portugal. Já no desfecho deste apaixonante diálogo enogastronómico, o Graham’s Tawny 30 anos é o protagonista do brinde final, que se mistura com a leveza da sobremesa: o Ananás dos Açores caramelizado no forno, Graham’s Tawny 20 anos e gelado de coco.

Para prolongar a experiência, e para assinalar a efeméride, os visitantes poderão usufruir de um cálice adicional de Vinho do Porto nas visitas e provas nas Caves Graham’s. À saída, não se esqueça de parar na loja oficial e levar as das referências preferidas para replicar a experiência em casa. Para informações e reservas, deverá consultar: 220 930 417 ou reservas@vinumatgrahams.com.

 

 

 “The Art of Tasting Portugal”, dá palco à gastronomia nacional

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O melhor de Portugal surge, a partir deste ano, num formato surpreendente, único e sempre diferente, no projecto “The Art of Tasting Portugal”, iniciativa da Chefs Agency. Esta nova forma de apresentar a gastronomia nacional, que irá ter como primeiro palco o Atelier Henrique Sá Pessoa, em Marvila, visa dar a conhecer o melhor e mais exclusivo dos produtos, pratos, vinhos e experiências eno-gastronómicas com os melhores protagonistas da cena lusa.

Uma das ambições do “The Art of Tasting Portugal” é realçar o papel fundamental que Portugal teve na descoberta de produtos de inegável importância no mundo e na gastronomia. O primeiro protagonista desta plataforma, que tem Henrique Sá Pessoa como anfitrião no palco do intimista e exclusivo Atelier, será o chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, detentor de 1 estrela Michelin, nos dias 5 e 6 de fevereiro.

Segue-se o chef Rui Silvestre, do restaurante Vistas (1 estrela Michelin), a 19 e 20 de fevereiro. Também confirmado está o chef Rui Paula, da Casa de Chá da Boa Nova, com 2 estrelas Michelin, em Leça da Palmeira, para jantares exclusivos nos dias 13 e 14 de março.

Mas o “The Art of Tasting Portugal” está longe de ser um formato estanque, e como tal, a 28 e 29 de fevereiro, o Atelier Henrique Sá Pessoa será palco de um ‘pop-up’ fora da caixa que juntará os chefs Carlos Afonso (O Frade), Iñaki Bolumburu (ex-Nerua, nº 32 World’s 50 Best Restaurants e ex-Noma), Nicolas Lopez (ex-Villanos en Bermudas, nº 15 na lista dos 50 Best Restaurants América Latina) e o sommelier e produtor de vinhos Pedro Martín, num formato inovador sobre o pescado nacional.

Estas são as primeiras iniciativas do “The Art of Tasting Portugal”, que funcionará como montra dos principais protagonistas da gastronomia portuguesa, nos mais diversos formatos e locais, envolvendo escansões e produtores de vinho ou artesãos e artistas relevantes da cena nacional. Está tudo em aberto. Para estes jantares, há apenas 14 lugares. O melhor de Portugal será servido à mesa pelo valor de 200€, no caso do chef Rui Paula, e de 165€ nos casos dos chefs Rui Silvestre e Diogo Rocha.

 

Vinhos do Alentejo aumentam vendas em 2019

Vendas de vinho tinto aumentaram 1,8% e representaram mais de 90,5 milhões de garrafas; vinho branco subiu 10,9%, para 24,7 milhões de garrafas e o vinho rosé cresceu 16,1%, atingindo 2,2 milhões de garrafas.

24112012-_DSC9883.jpgCréditos:www.vinhosdoalentejo.pt

De acordo com dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), a região do Alentejo colocou no mercado um volume correspondente a 117,4 milhões de garrafas de vinho certificado DOC Alentejo e Regional Alentejano, um aumento de 3,8% face a 2018. O volume total foi de 88,2 milhões de litros, entre vinho tinto, branco e rosé.

As vendas incluíram 70% de vinhos da colheita 2018, 21% da colheita 2017, 5% da colheita 2016 e 4% de colheitas anteriores, com os meses de fevereiro, abril e maio a terem maior actividade comercializadora com quantidades médias de 12,5 milhões de garrafas por mês. As vendas de vinho branco e rosé em 2019 foram as mais elevadas dos últimos cinco anos e representaram, respectivamente, 21% e 2% do total, numa quantidade de 24,7 milhões de garrafas nos brancos e 2,2 milhões de garrafas nos rosés. Os vinhos tintos, que foram 77% do total, chegaram a 90,5 milhões de garrafas, menos 7 milhões do que a média dos cinco anos entre 2014-2018.

O vinho Regional Alentejano representou 78% da comercialização e o DOC Alentejo 22%, tendo o DOC registado crescimentos mais significativos nos vinhos originários das sub-regiões de Portalegre (+38%) e da Granja-Amareleja (+17%). 

Para Francisco Mateus, presidente da CVRA, “estes resultados revelam que a região está dinâmica e que as produções em cada ano influenciam o potencial comercial dos produtores, dado que a vindima de 2018 teve mais produção o que possibilitou mais vendas em 2019, situação que não se tinha verificado nos três anos anteriores”.

Sobre o crescimento dos vinhos brancos e rosés, o presidente da CVRA adianta que “é uma evidência que o Alentejo está a afirmar-se nestas categorias e a conseguir cativar os consumidores, uma tendência que observamos desde há alguns anos com a importância de brancos e rosés a aumentar ano após ano desde 2014”.

Sobre o menor volume de vinhos tintos, por comparação com a média 2014-2018, Francisco Mateus explica “ver nesta diminuição uma conjugação entre preços no mercado nacional, pois o preço médio do vinho do Alentejo está valorizado acima da média nacional e também alguma prudência dos produtores na gestão dos stocks de vinho tinto”.

 

 

A Ribafreixo Wines distribuida pela Vinalda

 

Ribafreixo Wines, projeto vitivinícola nascido em 2007, na Vidigueira pelas mãos do empresário Mário Pinheiro e do agrónomo Nuno Bicó. Na totalidade dos seus 114 hectares estão incluidos o assento da lavoura, a adega e cerca de 80 hectares de vinha.

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Fonte:www.ribafreixo.com

"O objetivo desta parceria é construir e fazer crescer no mercado as nossas marcas de forma consistente e coerente, para além da nossa base atual de distribuidores, sem afetar os clientes existentes. Temos muita confiança na gestão da Vinalda, assim como no trablaho desenvolvido ao longo dos últimos anos, que evidencia uma organização proativa e muito profissional", afirma Mário Pinheiro, CEO da Ribafreixo Wines, adiantando que "a expetativa é potenciar e alavancar as nossas marcas de forma mais rápida no mercado nacional, com uma estratégia bem definida e sustentável". 

Por seu lado, José Espirito Santo, Director-Geral da Vinalda, refere que "estamos muito satisfeitos de podermos passar a contar com os vinhos da Ribafreixo, que com a sua qualidade e inovação vêm dar uma nova dimensão ao nosso portfolio no Alentejo e muito em especial, vinhos provenientes do microclima da Vidigueira".

A Ribafreixo foi pioneira ao implementar uma aborgagem totalmente Vegan nos seus vinhos, produzidos em protecção integrada e com castas tradicionais. 

 

 

 

 

Queijos da Mercadona distinguidos no World Cheese Awards

 

O queijo de Mistura Curado, distribuído nos supermercados da Mercadona em Portugal, foi distinguido nos World Cheese Awards. O produto, produzido pelo fornecedor especialista Entrepinares, foi destacado com o prémio de Bronze naqueles que são considerados os “Óscares” dos queijos.

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Os World Cheese Awards classificam os queijos nas categorias de Ouro, Prata e Bronze, além de um ranking especial – Super Ouro – que distingue os queijos considerados com qualidade superior.

Foi esse galardão máximo de Super Ouro que distinguiu o Atrio Manchego, de Toledo, também produzido pela Entrepinares para a Mercadona, nas lojas de Espanha. O queijo Oveja Viejo, igualmente produzido por este fornecedor especialista, conquistou outra medalha de bronze nos World Cheese Awards.

Na edição de 2018 destes mesmos prémios, o queijo Velho Tostado, também do fornecedor Entrepinares, foi considerado um dos 16 melhores queijos do mundo e atualmente encontra-se à venda nas lojas Mercadona em Portugal.

 

Nasce a “Tejo Academia”

 

Destinado ao canal Horeca da região, promover o conhecimento e serviço dos vinhos do Tejo, através da formação e incentivos.

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créditos: Gonçalo Villaverde

O Tejo dá as boas-vindas ao ano de 2020 com um novo projecto, promovido, em parceria, pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo e pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo. Intitula-se ‘Tejo Academia’ e é uma iniciativa que pretende dotar com mais ferramentas os prescritores de vinho do canal HoReCa, ou seja, restaurantes, bares, wine bars e demais espaços enogastronómicos. Com uma particularidade: devem estar inseridos nesta região vitivinícola. Será uma iniciativa virada para a formação.

O ‘Tejo Academia’ é um projecto para Wine & Food Lovers, com uma periodicidade bienal, sendo que intercala com o já conhecido ‘Tejo Gourmet’, um concurso de iguarias e vinhos que chama ao palco restaurantes de todo o país. No ‘Tejo Academia’ o foco são os players da região. 

Os participantes no ‘Tejo Academia’ ficarão com mais conhecimentos sobre a região dos Vinhos do Tejo, vão conhecer melhor os vinhos aí produzidos, falar sobre serviço de vinhos, como elaborar uma boa carta de vinhos e ainda, numa vertente mais gastronómica, receber dicas de confecção, empratamento e harmonizações possíveis. Estes, entre outros temas, vão ser “leccionados” por dois técnicos especializados, respectivamente, em vinho e em gastronomia. Falamos de Mário Louro e de Pedro Sommer.

O ‘Tejo Academia’ é gratuito e aberto a restaurantes e similares. As sessões serão à segunda-feira, da parte da tarde. A primeira é já no dia 03 de Fevereiro, em Santarém (no restaurante ‘Oh! Vargas’), e a segunda no dia 17 de Fevereiro, em Tomar (no Hotel dos Templários). Abrirá uma terceira data, a definir mais à frente. No final de cada sessão, há uma prova de Vinhos do Tejo. Estas acções de formação incluem também provas de “aferição”, uma teórica e outra prática.

Para além de formar, o ‘Tejo Academia’ também dará prémios. Os vencedores serão aqueles que mais tenham apre(e)ndido e posto em prática, nos seus locais de trabalho, os conhecimentos adquiridos. Feitas as contas, os melhor pontuados terão direito a prémios e distinções, que serão divulgados e entregues na Gala Vinhos do Tejo 2020, que se realiza no dia 16 de Maio. Todos os participantes recebem Diploma de Participação no ‘Tejo Academia’.

 

 

“TOMA O GOSTO A MAIS SABORES” by Nestlé

‘Maior variedade, mais nutrientes’ é a premissa da campanha que a Nestlé lança em 2020 e que decorre em todo o território nacional, para sensibilizar os portugueses para a importância da educação do paladar na adoção de uma alimentação mais saudável.

 

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Sabendo que para adquirir bons hábitos alimentares é necessário conhecer os alimentos e experimentá-los, a Nestlé lança o desafio ‘Toma o Gosto a Mais Sabores’, uma experiência multissensorial que decorrerá, numa primeira fase, até 29 de fevereiro, em 41 lojas Continente e que será depois estendida ao restante retalho alimentar durante até Fevereiro, em simultâneo com os canais digitais Nestlé. A iniciativa pretende demonstrar que é na variedade que reside o segredo de uma vida mais saudável, “Tomando o Gosto” a novos sabores, novas experiências e novas aprendizagens. Esta iniciativa, que estará presente ao longo de todo o ano, contará com um segundo momento de maior visibilidade nos meses de Junho e Julho de 2020.

“Um dos pilares de uma alimentação equilibrada é indiscutivelmente a variedade e quanto mais variada for a seleção alimentar, maior será o número de nutrientes consumidos. Aliás, a diversidade de paladares faz naturalmente parte da oferta da Nestlé, com a introdução de produtos biológicos, cereais ancestrais, adoçantes naturais, entre outras alternativas” enquadra Ana Leonor Perdigão, nutricionista da Nestlé Portugal. “Com esta iniciativa, queremos mexer com os portugueses e desafiá-los para novas experiências, numa altura do ano em que se tomam novas resoluções e em que estamos mais abertos à mudança de comportamentos”, conclui.

Sabe-se que comer é uma experiência multissensorial, que envolve o paladar (doce, salgado, ácido, amargo e umami), tacto (textura, temperatura), visual (cor), olfativo (cheiro) e até aspetos cognitivos como as memórias emocionais. Se aprendermos a processar todas estas “informações”, educaremos o paladar e estaremos muito mais recetivos a uma maior diversidade de alimentos, logo a ter uma dieta mais rica e variada.

A iniciativa ‘Toma o Gosto a Mais Sabores’ insere-se no compromisso da Nestlé para com a comunidade de ser promotora da mudança de comportamentos, alinhada com o seu propósito de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável. A empresa pretende assim inspirar as famílias a adotarem estilos de vida mais saudáveis.

Sabia que há 5 sabores básicos?

  • O sabor doce resulta da presença de hidratos de carbono e está associado a “energia”
  • O sabor ácido também se percebe rapidamente, mas a perceção pode variar bastante, em função das substâncias presentes na saliva e do tipo de sabor ácido que se prova.
  • O sabor salgado resulta do sal comum ou de outros sais. É percebido muito rapidamente, mas demora a desaparecer.
  • O sabor amargo é de perceção lenta, mas duradoura. Perdura quase um minuto. Está associado a elementos potencialmente tóxicos.
  • O Umami (do japonês: agradavelmente saboroso) é encontrado em alimentos ricos em proteínas e em alguns vegetais, como tomate, espargos e cogumelos.

Conhece as outras dimensões do sabor?

  • Textura: quanto mais viscosa é uma preparação, menor a perceção do gosto.
  • Temperatura: um alimento mais quente parece mais doce, assim como um alimento mais frio parece mais amargo.
  • Cor: quanto mais intensa a cor, mais intensa é a perceção de sabor.
  • Cheiros e “memórias emocionais”: os cheiros de alimentos que acompanharam determinadas situações –agradáveis ou desagradáveis– influenciam a nossa perceção futura sobre os mesmos.

 

 

Novidades na Casa de Pasto da Palmeira

 

Após algumas obras e reformulações na segunda metade de 2019, a Casa de Pasto da Palmeira quis terminar o ano apresentando a sua nova carta, assinada pelo Chef João Pupo Lameiras. São mais de dez as novidades desta casa de petiscos descomprometidos com esplanada e vista para o Rio Douro.

Porque o tempo assim o pede, na secção “Quentes e Boas”, para reconfortar o palato com a Sopa à Lavrador (4,5€) - numa recriação da versão tradicional, mas aqui com base de creme de feijão, couve crocante, óleo de chouriço e pão - com os Nuggets de Bacalhau com Puré de Escabeche e Salsa (6€) ou então aventurar-se pelo Tutano, Compota de Bacon, Tomate e Cebola, Pickles e Tostas (5€).

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Créditos: WOW Brand Energizers

Para não deixar a conversa a meio, e porque o ambiente acolhedor da Casa de Pasto da Palmeira também convida a permanecer por mais um pouco, nas categorias de “Peixes” e “Carne”, propostas mais compostas e inspiradas nos sabores da época. Na primeira, destaque ao Pregado, Açorda de Fogaça e Camarão (11€) e o Bacalhau, Espinafres e Puré de Castanha (10,5€). Já nas “Carnes”, a sugestão recai nos Secretos de Porco Preto com Molho Agridoce de Marmelada e Rúcula (10€), a Grãozada de Perdiz com Pão Frito e Hortelã (12€), a Terrina de Bochecha de Porco Panada, Espinafres e Castanhas (10€) e o Picado Madeirense com Cogumelos (9,5€).

Nos “Doces”, o Crumble de Maçã na Chapa com Gelado de Canela e Caramelo (5€).

A acompanhar a nova carta está também a possibilidade do serviço UBER Eats para desfrutar destas novidades no conforto de casa.

A Casa de Pasto da Palmeira encontra-se aberta de 2ª a Domingo (12h-24h), ao almoço, tarde e jantar. O restaurante aceita ainda reservas durante a semana, através do número +351 226 168 244.

 

 

Moscatel de Setúbal Torna Viagem outra vez a dar a Volta ao Mundo

 

O Moscatel de Setúbal Torna Viagem é marca registada e património histórico da José Maria da Fonseca

1600 litros de Moscatel de Setúbal Torna Viagem da José Maria da Fonseca partiram a bordo do Navio Escola Sagres, em viagem à Volta do Mundo. Esta viagem, incluída no Programa de Comemorações do V Centenário da Circum-Navegação Fernão de Magalhães/Elcano, terá a duração de 371 dias, passará por 20 países em cinco continentes diferentes. Esta é a oitava experiência de Torna Viagem da era moderna, depois de em 2000 a José Maria da Fonseca retomar com regularidade as viagens com cascos de Moscatel de Setúbal, em parceria com a Marinha Portuguesa, em específico com o Navio Escola Sagres. As 7 edições anteriores, foram em 2000, 2007, 2010, 2015, 2016, 2017 e 2018.

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A bordo do Navio Escola Sagres seguem dois cascos de 600 litros e um de 400 litros de Moscatel de Setúbal José Maria da Fonseca: um casco com Moscatel de Setúbal 1956, outro com Moscatel Roxo de Setúbal 1985 e outro com Moscatel de Setúbal 2000, este último que já tinha feito uma viagem a bordo da Sagres em 2007, sendo assim um “duplo” Torna Viagem.

Esta viagem, cujo regresso a Lisboa previsto para o dia 10 de Janeiro de 2021, pretende avaliar qual a influência da viagem marítima no Moscatel de Setúbal. Para isso a José Maria da Fonseca irá comparar as “testemunhas”, cascos de Moscatel de Setúbal das mesmas colheitas que permaneceram na adega, com os Moscatéis que viajaram. Para Domingos Soares Franco, vice-presidente e enólogo da JMF, “cada viagem é única e irrepetível, as alterações bruscas de temperatura, o balanço do mar e a salinidade atribuem características ímpares ao vinho, mas invariavelmente ele regressa mais complexo, redondo e aveludado acentuando o carácter único e maravilhoso do nosso Moscatel de Setúbal Torna Viagem”.

As experiências Torna Viagem permanecem depois por longos anos nas caves da José Maria da Fonseca até chegarem ao mercado. A exclusividade e raridade destes vinhos generosos coloca-os num patamar aspiracional, uma obra prima da natureza e do homem.

 

Ervideira supera expectativas em 2019 

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creditos: www.ervideira.pt

A Ervideira superou as expectativas com os números apurados no final de 2019. No conjunto do ano, a Ervideira faturou mais de 2,5 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 12% face ao período homólogo.

Para a produtora, que este ano produziu 600.000 garrafas de vinho na região do Alentejo e exportou apenas 25% dessa produção para 18 países (a quebra de percentagem na exportação prende-se com o crescimento das vendas em mercado Nacional e no Enoturismo, não tendo havido quebras de vendas em quantidade valor, apenas em percentagem). Os resultados atribuem-se à consolidação do posicionamento junto dos vinhos topo de gama – já que mais de 50% da faturação passa pelos vinhos da Gama Conde D’Ervideira (premium e super-premium), na qual se engloba os icónicos Invisível e o Vinho da Água - e ao notável comportamento das “Ervideira Wine Shop” -  que tiveram um crescimento acima dos 20% e com a faturação a ultrapassar a barreira dos 600.000€.

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creditos: www.ervideira.pt

De acordo com Duarte Leal da Costa, Diretor Executivo da Ervideira, “o enoturismo é, cada vez mais, um “things to do” quando se visita uma região. A solidez da nossa oferta e o crescimento sustentado que temos verificado permite-nos assegurar que ano de 2020 será um ano de viragem. É o ano que se assinala não só a entrada da 5ª geração na empresa, mas também a aquisição da totalidade do capital social ao resto da família, num processo que envolveu um investimento de 2 milhões de euros”. A Ervideira passa agora a uma estrutura de capital social com três sócios, encabeçada por Duarte Leal da Costa e os seus dois filhos (a 5ª geração), mantendo-se assim a totalidade apenas num ramo da família.

O ano de 2019 foi igualmente marcado pela digitalização. A renovação do website, com especial destaque para a criação do clube de fãs online e da plataforma de e-commerce, está integrado numa estratégia de comunicação mais ampla da qual faz igualmente parte o crescimento da influência da marca nas suas redes sociais.

“A digitalização é o grande desafio para o setor vitivinícola e principalmente para nós que, pela força da nossa rede de wine shops, fidelizamos muitos clientes estrangeiros que depois não têm tanta facilidade de acesso à nossa marca e produtos. Agora, e graças ao nosso Clube e loja, podem adquirir os nossos produtos facilmente e as vezes que quiserem”, afirma Duarte Leal da Costa.

Para o futuro, a empresa prevê “continuar a incutir um ritmo elevado no que diz respeito à inovação e à comercialização dos vinhos Ervideira, focando muito em vinhos de gama elevada”, comenta Duarte Leal da Costa.

“A empresa vai apostar num reforço ao nível dos recursos humanos. A grande novidade para 2020 será a expansão dos espaços de Enoturismo em pontos turísticos do país, estando já prevista uma abertura brevemente,” conclui Duarte Leal da Costa.

 

 

 

 

 

Quinta do Rol Pinot Noir Rosé Barrica 2015

11.01.20 | manuel

Com origem na região vitivinícola de Lisboa, suscita curiosidade este rosé ser oriundo da colheita de 2015, pois o comum, é esta tipologia de vinho ser encarada como de consumo imediato.  Ao perceber que o vinho elaborado com Pinot Noir fermentou e depois estagiou 11 meses em barrica, usada, tendo permanecido em contacto com as borras finas e submetida a “battônage” periódica, poderia supor-se que o vinho estivesse um pouco “cansado”, sem vivacidade e encoberto pelas sensações de madeira. O que me sossegou, foi o fato de conhecer a “filosofia” de quem faz o vinho, pois fazem vinhos a pensar na resistência ao tempo.

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A cor de tom alaranjada/ coral, muito luminosa desde logo bastante animadora. E na verdade o vinho estava muito bem! Aroma nada efusivo, recatado, em crescendo de evolução e riqueza de sensações. Surge alguma fruta vermelha, fresca, fazia também lembrar zeste de laranja seca, tostados, amêndoas e nozes a trazer sugestões de champagne à memória. Que não saem da memória. Boa! Sentia-se a relação com a madeira, mas de bem calculada dosagem. A delicadeza aromática da casta, também ela, respeitada.

Na boca a untuosidade da batonnage suporta a secura intensa e acomoda a bem presente acidez, da boa, da que faz salivar o tempo todo. Taninos secos, ligeiros, mas a mostrarem-se. Ainda bem. Sempre discreto de sabores, contudo, o sabor estende-se bastante na boca e fica, não desaparece fácil, nem esconde um “salgadinho” sápido, muito agradável.

A equação e sintonia do vinho totalmente a fazer sentido, até no teor alcoólico, 12,5%, a confirmar que foi imaginado ser assim da vinha ao copo. No fundo é um vinho rosé cheio de estilo, pensado, bem executado, e repleto de detalhes. Somente 800 garrafas! Pois, só podia! Como alerta, não é daqueles rosés de beber descontraidamente. Outra curiosidade, é que faz mais de 15 dias que está aberto, sem qualquer sistema de proteção e mostra-se impecável. Acabei de lhe dar um gole, com ele rondar os 18ºC! Ainda revigorante! Claro que uma temperatura entre os 12ºC e os 14ºC será a mais “normalizada”. Dá a entender que evoluirá bem em garrafa por mais tempo. Um rosé para muito momentos de usufruto, especialmente à mesa. Preço entre os 19€ e os 25€.

Classificação: A beber com gosto!

Graham’s 20 Year Old Tawny Port

10.01.20 | manuel

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É quase instintivo, associar Vinho do Porto Tawny ao final de refeição, seja na harmonia com sobremesas ou queijos. É seguro e lógico essa natural interpretação. Talvez por essa razão se torne mais desafiador, explorar outros territórios sem desmerecer o produto, antes elevando a experiência de usufruir de um vinho soberbo. Este e os outros Vinho do Porto Tawny 20 anos buscam o equilíbrio entre uma certa juventude e a riqueza do estágio. Por essa razão são bem versáteis.

Sendo vinho fortificado e doce, o grau alcoólico e doçura terão sempre de ser consideradas. Assim como a delicadeza de textura e o perfil aromático, no qual se destacam os frutos secos, casca de laranja seca, especiarias e caramelizados.

Apesar do volume alcoólico, está longe de ser vinho pesado. É envolvente e amplo. Uma sugestiva impressão de frescura, irradia ao longo da prova. Também se deve ter em conta que estes vinhos são mais resistentes de sabor. Assim, a persistência do sabor da iguaria deve ser levado em conta. Nada de rústico ou potente. Suculência e estrutura moderada do prato, essas sim, são requeridas. Texturas envolventes também. Várias técnicas de confecção serão preferenciais, sendo o calor seco, que propicie a reação de Maillard, ao criar alguma caramelização, fará ligação com aroma do vinho. Certas frituras, crumbles, grelhados, assados e estufados com peso e medida, conferirão equivalência aromática.

Ajustar a temperatura de serviço de acordo com a harmonização. Para pratos muito quentes, servir o vinho mais fresco, a rondar os 12ºC. Mais próximo dos 14ºC, se o prato for “frio”. Com sobremesas muito doces, pode ser servido entre os 10ºC/12ºC.

Tendo alguns destes considerandos em mente, a exploração pode resultar em novas e interessantes ligações.

                                                              

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Pratos (propostas)

Entradas

Creme de beterra com atum teriaky; patês e terrinas campestres; tosta de Creme de queijo, ervas frescas e picadas de salmão fumado; emincé de chouriço com chutney de manga sobre pão brioche torrado; creme de lavagante com crumble de maçã e laranja, bôla de bacalhau.

Peixes

Lombo de pescada panada com pão ralado; Robalinho assado com laranja e tâmaras; talharim de vieiras e camarão; filetes de solha com crosta de pecan; espetada de peixe com fruta grelhada.

Carnes

Espetadas de porco com pêssego grelhado; Mini hambúrguer de pato com laranja; carre de porco lacado com mel e frutos secos; codorniz recheada com passas e pinhões.

Vegetariana

Hamburger de tofu fumado; Gnocchi de boletus e queijo São Jorge 7 meses; lasagna de tomate seco, e pesto de figo e ameixa seca; crepe recheado de legumes grelhados e chévre.

Queijos

Queijo Rabaçal DOP semiduro; Queijo Castelo Branco DOP semiduro; Canapé de Chévre com Cebola caramelizada

Charcutaria

Torresmos soltos com chutney de laranja; Fiambre de Peito de Frango em Forno a lenha com nozes e tâmaras; Mousse Foie de Pato com Ervas Finas

Sobremesa

Pão de ló; Rabanadas; pasteis de feijão; Bolo Rei; Pudim de Coalhada