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a brindar sem água

"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

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"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

O álcool do vinho!

28.05.20 | manuel

Ao redor do vinho, vários ditos e lugares-comum assumem “quase” verdades, que soam a profunda reflexão. O mais recente é a atual expressão “os vinhos estão cada vez mais alcoólicos!” ou “têm cada vez mais álcool!”, e passou a endeusar-se os de teor alcoólico mais baixo. Acredito que se considera 11,5% até 12,5% como teor alcoólico mais baixo, e de 13,5% a 15% como mais elevado. Serão estes os valores referência na menção pouco e/ou muito teor alcoólico do texto. Adiantando, eu preferiria destacar que os vinhos estão com maior qualidade, em lugar da primazia que se dá ao álcool.

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De facto, sempre coabitaram os vinhos de teor alcoólico mais elevado, junto dos de teor alcoólico mais baixo. Durante décadas, mesmo no século XX, em Portugal, os vinhos de mais “grau” eram sinónimo de qualidade. E de preferência, se possível, de muita produção. Os menos alcoólicos eram vistos como de menor qualidade. Eram “verdes”, eram magros ou verdascos, daí também se “martelar” os vinhos. Aliás “martelava-se” por várias razões, até por o vinho ter muito ou pouco álcool. Era comum a adição de água aos de teor alcoólico mais elevado, para render um pouco mais.

Também os que melhor envelheciam, em geral, eram os vinhos que tinham um pouco mais de álcool. Afinal, o álcool é um conservante. Também há exemplos de vinhos com menos teor alcoólico que envelhecem maravilhosamente. O inverso dos dois, também é verdade.  

Várias castas foram deixadas para trás, por não amadurecerem como deve ser, ou seja, por darem pouco álcool. Ou por darem pouco cor, quando o “gosto”, a moda, eram os vinhos de muita cor. Hoje, ter pouca cor, volta a ser bom, volta a ser moda, dizem. Recordo-me perfeitamente de alguns clientes se referirem, há alguns anos, aos vinhos de menor grau e pouca cor como “aguadilha” ou “água-pé”, entre outros adjetivos menos elogiosos. Conclusão, sempre existiram os dois perfis de vinhos.

Dizem, que vinho com teor alcoólico mais baixo se pode beber mais, e não ficar tão embriagado. Eu acredito que quem beber uma garrafa de vinho com 75 cl de capacidade, com um teor alcoólico de 11,5%, já está não está em condições de se meter ao volante. Acho até pouco responsável, se sugerir que se pode beber mais por o vinho ter menos “grau”.  Não me parece que essa ideia possa encaixar no “Wine in Moderation”. Cada um sabe de si. Mas pode meter outros ao barulho.

Eu acredito é em vinho bom! Vinho equilibrado! Seja com mais ou com menos álcool! Existem exemplos maravilhosos de ambos por todo o mundo. No oposto, muitos vinhos de baixo teor alcoólico têm um conjunto de desequilíbrios, o mesmo se passa com os de teor alcoólico mais elevado. O equilíbrio é o “Santo Graal”. Há quem prefira ou goste de vinhos com menos “grau” e outros que preferem com mais. Há vinhos que ficam bem com menos álcool, e outros que ficam melhor com um pouco mais de álcool.

Por essa razão, há produtores que têm oferecem ambos os perfis, para responder aos dois gostos. Se pensarmos bem, até somos uns felizardos, pois podemos escolher se queremos vinhos com mais ou menos álcool. Há algumas décadas, bebia-se o vinho que havia.

Cada tipo de vinho tem o seu lugar, o seu momento de consumo, felizmente para nós, existe essa diversidade. Ponham lá um vinho de 11,5% vol. com um estufado de javali ou um T-Bone! Ou um vinho de 15% vol. com umas febras de porco ou peito de frango!

Para mim, o tema teor alcoólico do vinho não é tabu ou pertinência. É bem mais interessante o seu storytelling que o tema teor alcoólico. Cada vinho é apreciado pelo que tem e desfrutado pelo que é. O que seria do meu “querido” Vinho do Porto, Vinho da Madeira, e outros maravilhosos vinhos de 20% de álcool.

O “cliché”, a moda e o bom gosto devia ser …o equilíbrio.

COSTA BOAL – Novidades do Palácio dos Távoras

20.05.20 | manuel

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Um vinho de Baga, entre as novidades da Costa Boal Family Estates. Possuidor de cinco quintas, repartidas entre Douro e Trás-os-Montes, Palácio dos Távoras é a marca topo.

O destaque das novidades, é o primeiro monocasta de Baga desta região. Um “feliz acidente”, como refere o produtor. Adianta António Boal que quando plantava uma vinha nova de Touriga Nacional em Mirandela, por erro de cálculo das plantas necessárias, viu-se em outra opção quando o viveirista lhe respondeu que apenas tinha disponível bacelos da casta Baga, para que pudesse acabar o trabalho. E como a vida também é feita de coincidências, uma das mais determinantes é o posterior “casamento” de um enólogo experiente em lidar com a casta, Paulo Nunes, que não escondeu espanto inicial “Baga aqui?!” Processo de aprendizagem em curso, “pois o clima continental de Trás-os-Montes, de dias muito quentes, quando comparado com a Bairrada, de clima atlântico, mais temperado, que leva a um ciclo de maturação mais curto em Trás-os-Montes, a uvas com um pouco mais de teor alcoólico, (ao redor dos 12 % vol. alcoólico na Bairrada e 13%/14% vol. alcoólico em Trás-os-Montes) e a vinhos mais estruturados. “

 

Palácio dos Távoras Baga Parcela CB 2016

 

Parcela CB, de Carolina Boal, a herdeira, que, ainda criança, ajudou a plantar a vinha em 2012. Vinho com profundidade e madurez de aroma, sem compota, expressa fruta vermelha, balsâmico e bons apontamentos de barrica, noz moscada, alcaçuz, cânfora e ligeiro “verniz”. Eloquente compleição na boca, glicérico de textura, que envolve a boa carga de taninos, de “grão fino”, secos, e a acídula vivacidade. Boa fruta, barrica em fusão adiantada. Resulta bastante bem! Percebe-se o efeito do calor da região na generosidade da fruta e potência, e da amplitude térmica no refrescante da afinação. É excelente estreia, mas, parece-me o primeiro de futuros Baga muito mais interessantes. A seu favor, quase instintiva vocação gastronómica.

1200 garrafas numeradas.

PVP 20 euros

 

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Palácio dos Távoras Vinhas Velhas Alicante Bouschet Grande Reserva 2017

 

Proveniente de vinhas com mais de 50 anos, da vinha velha de Mirandela. A cor mostra excelente constituição no tom rubi, mas brilhante, sem opacidade. Aroma também ele de enorme compleição, muita baga preta, madura, ameixa preta seca, alusões subtis que se percebem como “floral”, bons tostados, soja densa e alcatrão. Notável profundidade, de carácter um tanto viril, ainda, e personalidade altiva, mas ainda pouco expressivo. Dar-lhe um pouco de arejo e tempo, mostra-se imprescindível. Estrutura sólida, cheia e eloquente na boca, taninos musculados e secos, frutado que preenche o médio palato, e confere “recheio” e amparo. Surpreende, ou talvez não pela origem e idade, o nível de acidez, 5,20 gr, a proporcionar os 14,5% de teor alcoólico. Uma das magias da região.  Barrica bem ajustada ao perfil do vinho. Um Alicante Bouschet de muito nível.

1200 garrafas

PVP: 30 euros

 

Palácio dos Távoras Vinhas Velhas Tinto Grande Reserva 2016

 

Feito a partir de uvas colhidas na vinha velha de cerca de 60 anos, localizada no planalto de Mirandela, a 350 metros de altitude. Conquista a atenção logo pelo brilhante rubi/granada de média densidade. O aroma é muito fino, sedutor pela abundante fruta vermelha, cereja, alguma ginja, ameixa preta fresca, e algumas camadas de mato rasteiro e herbal. Estilo muito arejado. Boas notas da bem integrada barrica nova, a lembrar tostados finos, alcaçuz, alcaravia e noz moscada. Na prova de boca mostra-se envolvente, num diálogo interessante entre textura aveludada e expressiva frescura de estilo, não sendo alheio a este balanço e proporção, o término da fermentação em barrica nova de carvalho francês. Quantidade média/alta de taninos, de estrutura firme mas suaves, fluidos apesar de alguma secura. Acidez bem notória, a reafirmar a elegância e personalidade do vinho. Um vinho de 14,5% de volume alcoólico, sem peso ou monotonia. Mais uma vez a magia da região e das mãozinhas. Neste também a vindima de 2016, também teve algo a dizer. Um vinho de gabarito, não somente pela qualidade “enológica”, mas pela singularidade. O meu favorito!

Gand’a pomada!

PVP: 18 euros

 

Palácio dos Távoras Vinhas Velhas Branco Grande Reserva 2018

 

A partir de vinhas velhas do planalto de Mirandela, Trás-os-Montes, com cerca de 60 anos e com mais de uma vintena de castas diferentes. Aroma de perfil recatado, pautado por subtilezas das camadas a evoluir de forma pausada e progressiva. Fruta limonada e de polpa branca, ameixa e alperce, subtil e requintada perceção de madeira, em crescendo de complexidade. Vivo e charmoso, e com assinatura de caracter. Envolvente na prova de boca, primorosa combinação glicérica e frescura de sabor. Aliás, no que diz respeito a acidez, o vinho dispõe de 6,2 gr de acidez natural. O acabamento de fermentação na barrica, que foi a gosto das leveduras autóctones, demorada, e os 10 meses na barrica, criaram condições ao aveludado da boca. Bom final, persistente, mas sempre orientado pela contenção e detalhe. Dá prova muito boa agora, mas “cheira” a coisas bem interessantes na evolução. Um branco de categoria!

É arranjar espaço para mais uma! Esta!

PVP: 18 euros

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Vinhos irrepreensíveis, de segura e sólida dimensão qualitativa, que se dão ao consumo desde já, mas com futuro e excelente potencial de guarda. Um excelente embaixador dos vinhos de Trás-os-Montes.  

 

 

 

Milhos Ricos

20.05.20 | manuel

Os Milhos Ricos (ou simplesmente Milhos), mais comuns nos concelhos de Mondim e Ribeira de Pena, surgiram como forma de aproveitar o milho regional existente em todas as casas agrícolas para, juntamente com o fumeiro produzido a partir da matança do porco, criar uma iguaria gastronómica.

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Foto: https://tradicional.dgadr.gov.pt/

Os milhos pobres confecionam-se apenas com carne gorda. Os milhos ricos são confecionados com várias carnes: os cornados levam carne de vitela; os esboçados levam carne de porco; os esgravatados levam carne de galinha.

Delimitação da área geográfica de produção: Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira da Pena
Ingredientes utilizados: Milhos; cebola; alho; azeite; sal; louro; entremeada de porco; chispe de porco; orelha porco fumada; chouriça de carne; chouriça de sangue; salpicão; presunto.

https://portugaldelesales.pt/vinhos-e-gastronomia/

https://sicnoticias.pt/pais/2020-03-07-Milhos-ricos-em-Ribeira-de-Pena

Alcoolismo ou Vinismo

20.05.20 | manuel

Na propaganda que Patrocina, o Estado Novo assume-se como patrono e divulgador da definição que mais convém, à economia e que melhor se coaduna com as políticas protecionistas que que promove: o alcoolismo é provocado pelas bebidas destiladas, o vinho provoca o vinismo. Seja o alcoolismo doença ou vicio, o vinho não entra nessa discussão.

 

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O vinismo é uma sensação benéfica e passageira, sem efeitos prejudiciais para o indivíduo e para a sociedade. A distinção entre alcoolismo e vinismo é essencial para perceber a estrutura do discurso dominante acerca “da mais nacional das bebidas”. Um discurso que pertencia ao foro da medicina, assume caracter verdadeiramente político.

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Proclamando que o vinho provoca vinismo, que em nada é semelhante ao alcoolismo, liberta-se o vinho de toda a carga negativa que a designação encerra. Simultaneamente, o vinho sai da discussão sobre a definição de alcoolismo. O vinho pode assim prosseguir o caminho de prestígio que as tradições eruditas e populares lhe consagram.

Da cultura erudita salientam-se as dua referências marcantes. Por um lado, explora-se o sentimento de pertença à “comunidade mediterrânea”, isto é, à ancestral “civilização do vinho”, fundadora da cultura ocidental. Por oposição ao norte europeu povoado por bárbaros sem comparáveis pergaminhos. O “brilhantismo” dos povos que habitaram a bacia do Mediterrâneo, independentemente das suas culturas, crenças ou destinos, é evocado para confirmar a superioridade do vinho.

Por outro lado, socorrendo-se de minuciosas descrições das características químicas das bebidas fermentadas e destiladas, da opinião dos médicos e higienistas franceses, e de dados empíricos, conclui-se que os povos do Norte da Europa são decadentes e alcoólicos, porque consomem quase exclusivamente bebidas anti-higiénicas, isto é, destilados.

Na literatura de viagens dos séculos XVI, XVII e XVIII, já alemães, polacos, russos, ingleses, e outros povos, gozam da reputação de alcoólicos. Pelo contrário, italianos, franceses e sobretudo, os espanhóis, eram apontados como sóbrios. Mas o conceito de alcoolismo ainda não tinha nascido. Essas reputações, derivam da observação da propensão para a embriaguez, e da tolerância para com os embriagados. “Problemes politiques et sociaux, Paris, 1993, p.7”.

Era sustentado e autenticado por especialistas que o vinho era benigno, como alimento e medicamento. Apresenta-se o vinho como “alimento precioso”, e “reconstituinte energético”-“o mais antigo alimento usado pelo homem de civilização mediterrânea” (S. Maia, op. Cit.,p.9).

Mais ainda, “a força muscular é aumentada com o consumo de vinho. É um alimento radioactivo(…), um produto rico em vitaminas: daí a sua provada acção no tratamento de avitaminoses (A. d’Esaguy “ O vinho refaz o homem – palestra”, Lisboa 1936, p.9). Como medicamento, o vinho é aconselhado na prevenção ou no tratamento de grande número de doenças.

Estes discursos integram-se na intenção manifestada pelos países produtores europeus de declarar "guerra à guerra ao vinho". Dentro das linhas da política vitivinícola do Estado Novo, o propósito é muito claro: defender o vinho é ajudar a divulgação do produto e criar hábitos de consumo que permitissem escoar as sobras das adegas, beneficiando assim um dos sectores-chave da economia nacional.

Excerto do artigo "Freire, D. (1999). Propaganda Vinícola no Estado Novo. A bebida nacional. História, Ano XXI (Nova Série), 10, 21-28"

Chegou o tempo, centro de Portugal, a Primeira de Muitas Vezes!

19.05.20 | manuel

“Chegou o Tempo” de sair e visitar o Centro de Portugal. A Região Centro é o destino ideal para a fase pós-pandemia

 

Turismo Centro de Portugal (TCP) apresenta uma nova campanha de promoção da região.

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A campanha, intitulada “Chegou o Tempo”, tem como grande objetivo mostrar aos portugueses que o Centro de Portugal é o destino mais indicado para ultrapassar os dias difíceis do confinamento a que estiveram sujeitos: um destino + Seguro, + Autêntico, + Pessoal e + Sustentável.

Esta campanha surge na sequência de outra, lançada logo nos primeiros dias de pandemia, e que teve o nome de “Haverá Tempo”. Na altura, o TCP apelou aos portugueses para que ficassem em casa, dando nota de que “haveria tempo” para conhecer ou regressar ao Centro de Portugal.

É a esse tempo de mudança que agora a nova campanha, direcionada para os mercados nacionais, quer dar eco.

A mensagem transmitida pela campanha é a de que “Chegou o Tempo” de voltarmos a viver e de redescobrirmos o Centro de Portugal como se fosse a primeira vez

https://youtu.be/f2Ueu6Goa48

 

MAIO 2020 - NOTÍCIAS

18.05.20 | manuel

Churchill's promove a acção “Apoiar um Amigo”

  

A Churchill’s criou a iniciativa “Apoiar um Amigo”, para promover uma aproximação do distanciamento social entre amigos em momentos de distanciamento social provocados pela Covid-19.

 

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Durante o mês de maio, quem comprar uma caixa de Vinho do Porto premium da Churchill’s na sua loja online (https://churchills-port.com/shop/), poderá designar um amigo para quem a empresa enviará gratuitamente uma garrafa do mesmo vinho. Nesta campanha, serão também doados 10% dos lucros das vendas a duas instituições que ajudam grupos vulneráveis e isolados neste momento em que vivemos – a CASA (https://casa-apoioaosemabrigo.org) no Porto e a Mind (https://www.mind.org.uk/) no Reino Unido.

"Neste momento de isolamento tão necessário, muitos de nós podemos sentir-nos sozinhos", afirma Zoe Graham, diretora de vendas e marketing da Churchill's. "Queríamos desenvolver uma iniciativa positiva e abordar a questão do isolamento à nossa maneira. Para nós, o Vinho do Porto é sobre momentos de partilha, por isso quisemos que fosse ele a ligar as pessoas e animar o espírito de quem está mais longe. Sabemos que não é um bem essencial, mas sentimos que aproximar as pessoas nesta altura é importante”.

No Reino Unido, a iniciativa foi lançada em parceria com o seu irmão, Max Graham, fundador do restaurante Bar Douro, para que juntos possam também ajudar as comunidades em que vivem. Por isso, a Churchill’s e o Bar Douro vão doar 10% dos lucros desta iniciativa a duas instituições que dão apoio a grupos mais vulneráveis – a CASA no Porto e a Mind no Reino Unido. No Porto, esta contribuição será usada diretamente no fornecimento de refeições e apoio aos sem abrigo.

A iniciativa aplica-se à compra de 6 garrafas de Churchill’s 20 Year Old Tawny Port ou Churchill’s 30 Year Old Tawny Port e aos Porto Vintage da Churchill’s. A oferta é uma garrafa do mesmo vinho da compra e será enviada com um postal com a imagem da iniciativa e uma mensagem personalizada.

 

 

 

Fresco, funky, cool

é assim o novo concurso de arte da Niepoort

 

No mês de maio, a Niepoort desafia quem quiser a apresentar propostas artísticas dos rótulos para os vinhos Nat Cool, no primeiro concurso internacional Nat Cool Art.

 

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Foto: Katya Delimbeuf (Chefs Agency)

 

Um concurso é a proposta da Niepoort para todos os que queiram exteriorizar a sua arte numa altura em que nos é pedido que fiquemos dentro de portas. Em Maio, o concurso Nat Cool Art, o primeiro concurso de arte internacional da Niepoort, vai desafiar todos os que queiram participar em Portugal e pelo mundo a pintarem a sua versão do rótulo da garrafa de vinho Nat Cool – que muito mais que um vinho, é um conceito.

A ideia inicial surgiu em 2019, quando as pessoas, de forma espontânea, acrescentavam os seus rabiscos artísticos ao rótulo original do primeiro Nat Cool, o Drink Me. O sugestivo olhar do rótulo com um espaço em branco na parte de baixo, da autoria do artista e ‘designer’ Francisco Providência, convida ao desenho. A partir daí, e dada a extensa tradição de cartazes da Niepoort ao longo dos anos, pareceu a Dirk Niepoort absolutamente natural promover um concurso para os que quiserem enviar a sua versão artística deste rótulo.

Até dia 31 de maio, cada pessoa pode enviar até 3 propostas de rótulos para o email natcoolart@niepoort.pt, através de fotografia ou digitalização, em dimensão A4. As regras encontram-se no site http://natcoolart.com/, e as propostas irão sendo publicadas nas redes sociais, com o hashtag #natcoolart. Não é indispensável ter consigo uma garrafa Nat Cool para poder submeter o seu rótulo a concurso – pode fazer ‘download’ do rótulo e dar-lhe a roupagem artística que entender. O vencedor receberá uns apetecíveis 500 euros em vinhos Niepoort, e verá o seu rótulo ganhar vida nas garrafeiras, aquando do lançamento da próxima edição limitada de Nat Cool (cerca de 3000 garrafas).

O júri, composto por Dirk Niepoort, proprietário da Niepoort, pelo seu filho Daniel Niepoort, por Francisco Providência, artista e autor do rótulo original do Nat Cool, por João Noutel Artist, e por Tiago Dias da Silva, director-geral da Quinta Maria Izabel, no Douro, deliberará qual dos rótulos traduz melhor o espírito “cool e funky” dos Nat Cool, vinhos naturais, descomprometidos e fáceis de beber, que querem ser uma representação de vários “terroirs” em Portugal.

“Para mim, fazer vinho é uma arte, e como tal, faz todo o sentido envolvermos as pessoas na sua expressão artística”, acredita Dirk Niepoort. “Este concurso não é mais do que a apropriação de cada um sobre o Nat Cool. Para que este vinho seja ainda mais pessoal”.

 

 

10 FEST AÇORES de volta em 2021

 

A 9ª edição do 10 Fest Açores, o maior evento gastronómico do arquipélago, será adiado para o próximo ano e irá realizar-se entre os dias 10 e 19 de junho de 2021.

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No seguimento das recomendações anunciadas pela DGS para o adiamento de eventos sociais como medida de contenção do coronavírus (COVID-19), a organização do 10 Fest Açores pretende fazer parte da solução para o problema global da propagação da pandemia, ao adiar o evento que tinha data prevista para 11 a 18 de junho deste ano.

“Trata-se de uma medida preventiva, tomada por respeito e consideração por todos os envolvidos no evento que convida para 10 jantares de experiências gastronómicas ímpares com chefs nacionais e internacionais, em que se reinventam os ingredientes da região no restaurante Anfiteatro, um espaço com vista privilegiada para a baía de Ponta Delgada”, refere Maria da Graça Teixeira, diretora executiva da Escola de Formação Turística e Hoteleira (EFTH). ”Com esta medida de segurança, estamos confiantes que no próximo ano iremos regressar mais fortes e proporcionar a todos - colaboradores, formandos, parceiros e visitantes - grandes momentos de aprendizagem e união com os chefs participantes e festejar a riqueza e autenticidade  dos produtos, das gentes e da cultura  dos Açores”, acrescenta Maria da Graça Teixeira. 

10 Fest – Os Açores em 10 jantares extraordinários!

Uma experiência imperdível a decorrer entre 10 e 19 de junho de 2021.

http://www.efth.com.pt/

 

 

Vinhos do Tejo Marketplace com mais de uma centena de referências

 

Já sem confinamento obrigatório, mas ainda com medidas de contenção necessárias devido à pandemia de Covid-19, comprar on-line continua a ser a forma mais segura e uma opção que parece ter vindo para ficar, mesmo quando tudo estiver bem! São várias as garrafeiras e lojas de vinhos com plataformas de venda on-line, mas agora há uma “morada electrónica” onde estão disponíveis, em simultâneo, cerca de 150 Vinhos do Tejo (alguns vendidos em conjuntos): www.vivaovinho.shop/vinhosdotejo.

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Com o apoio da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), o marketplace dos Vinhos do Tejo foi desenvolvido pela MakeAll Digital, detentora do domínio www.vivaovinho.shop, onde está alojado. Assim sendo, quem quiser comprar Vinhos do Tejo, pode aceder de duas formas: directamente em www.vivaovinho.shop/vinhosdotejo, página que reúne todas as referências, ou em www.vivaovinho.shop, onde selecciona a região ‘Tejo’ ou as lojas de cada produtor. Depois é eleger os produtos, adicioná-los ao carrinho, comprar e chegarão comodamente a sua casa. O processo é bastante intuitivo e rápido.

Dos maiores e mais conhecidos, aos mais pequenos e por descobrir, são 13 os produtores que já se inscreveram no Vinhos do Tejo Marketplace: Adega Casal Martins, Adega do Cartaxo, Casal da Coelheira, Casal das Freiras, Casa Paciência, Falua (Conde Vimioso), João M. Barbosa, Quinta da Lagoalva, Quinta da Lapa, Casal Branco, Quinta do Côro, SIVAC e Vinhos Franco. E vão sendo anunciadas novos produtores.

O Vinhos do Tejo Marketplace é mais do que um loja on-line; quem entrar nesta “casa” vai ter acesso a informações sobre a história desta antiga região vitivinícola e suas singularidades. Informações essas que podem ser complementadas com as que a CVR Tejo disponibiliza no site www.vinhosdotejo.pt.

Uma iniciativa que complementa as acções que a CVR Tejo tem vindo a desenvolver no âmbito da campanha ‘Vinhos do Tejo Estamos On’, pensada para dinamizar a promoção dos Vinhos do Tejo nestes novos tempos, de incerteza, mas de união e resistência. Junta-se assim aos directos no Instagram dos Vinhos do Tejo, que começaram no dia 07 de Abril e que às terças, quintas e Sábados, às 19h00, reúnem produtores de vinhos da região para uma conversa com o sommelier Rodolfo Tristão em torno de dois vinhos; e à divulgação feita no site www.vinhosdotejo.pt das lojas on-line próprias e de outras plataformas digitais onde os produtores dos Vinhos do Tejo têm os seus vinhos à venda.

 

 

Unilever Food Solutions aproxima os restaurantes da vizinhança

 

A Unilever Food Solutions, a área de negócio da Unilever (Unilever FIMA em Portugal) para o canal HORECA, lançou uma nova plataforma, a My Local Eatz, para encorajar os consumidores a apoiar os restaurantes locais. Portugal é o primeiro país onde o grupo Unilever está presente a lançar esta plataforma que pretende unir consumidores e restaurantes.

 

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A Unilever Food Solutions quer por isso apoiar estes negócios locais, ajudando os consumidores a identificar quais os restaurantes que ainda estão a servir refeições na sua localidade.

A Plataforma My Local Eatz tem um processo de adesão simples e não tem custos para os restaurantes, pois não tem comissões associadas – isto significa que os consumidores sabem seguramente que ao usarem a My Local Eatz a totalidade da sua encomenda beneficia o restaurante e o local. A nova plataforma vai estar disponível em todo o território português.

Ao usar a My Local Eatz, os restaurantes poderão partilhar os seus menus e os detalhes de contacto para receber os pedidos. Os consumidores podem procurar facilmente os restaurantes da sua localidade que têm serviço de entrega ou takeaway e filtrar a lista pela preferência dos pratos confecionados para ver quais estão de momento abertos ou encerrados. De referir que esta plataforma não tem quaisquer custos também para o consumidor e é de fácil utilização.

Mariana Hortega, Marketing Manager da Unilever Food Solutions Portugal, refere: “Esta é a altura de aplaudir o espírito e resiliência da restauração. Muitos restaurantes e hotéis têm respondido com bravura aos atuais desafios, com soluções criativas para melhorar a sua oferta e chegar a clientes de novas e diferentes maneiras.  Como Unilever Food Solutions, sentimos que estamos numa posição única para ajudar – ao criar uma solução relevante e gratuita para os restaurantes, neste momento crítico. O My Local Eatz também ajuda muitos Portugueses que desejam apoiar os restaurantes locais.”

Para mais informações sobre a My Local Eatz, por favor visite www.mylocaleatz.com

 

 

Hotéis Moov reabrem a 13 de maio com sistema de check-in online

 

As três unidades do grupo hoteleiro reabrem com um apertado plano de segurança e higiene, que visa a proteção de colaboradores e hóspedes.

 

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Tecnologia ao serviço da saúde e segurança. Os três hotéis do grupo Endutex – Moov Porto Centro, Moov Porto Norte e Moov Évora reabrem a 13 de maio e, entre as várias medidas de higiene e proteção de colaboradores e hóspedes, destaque para a migração tecnológica de vários serviços de atendimento, que vão permitir fazer check-in e interagir com as equipas do hotel em segurança.  

Depois de uma intensiva desinfeção total das infraestruturas, as três unidades preparam a sua reabertura com um apertado plano de higiene e segurança, que cumpre todas as exigências de limpeza, desinfeção e proteção individual. Entre as medidas excecionais adotadas, destaca-se a decisão de manter os quartos bloqueados três dias depois da sua ocupação. Caso um cliente fique mais do que uma noite, pode optar por mudar de quarto todas as noites para um quarto limpo ou por não ter limpeza e solicitar a troca de toalhas. De referir que os hotéis contam com o selo “Clean & Safe”, atribuído pelo Turismo de Portugal.

Mas o grupo vai mais longe ao criar um novo sistema tecnológico de apoio às reservas e check-in que torna o processo mais autónomo e seguro. Através da nova App Moov Hotels é possível fazer o contacto com o hotel sem necessidade de interação pessoal, incluindo recomendações sobre o que fazer e visitar na cidade e acesso exclusivo a campanhas e ofertas. Os hotéis vão também disponibilizar opção de check-in online, mais seguro e autónomo.  

O grupo hoteleiro esteve desde o primeiro momento solidário com as instituições no combate à pandemia de Covid-19, tendo disponibilizado uma ala das suas unidades – Moov Porto Norte para acolher profissionais de saúde, de forma totalmente gratuita. O staff colaborou de forma voluntária durante este período, em forma de agradecimento solidário pelo importante trabalho dos profissionais na sua incansável batalha contra o coronavírus. O grupo mantém o seu espírito solidário, oferecendo um desconto especial para profissionais de saúde e suas famílias, de 20% em alojamento e pequeno-almoço, em qualquer um dos hotéis Moov, para estadias com o mínimo de 2 noites até ao final do ano.

Para descarregar a APP Moov Hotels:

https://apps.apple.com/us/app/moov-hotels/

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.guestu.moovhotels&hl=en

 

Ementas Digitais: Mindshaker apresenta solução para visualização no smartphone

 

  • O Emenuk QR é uma solução de ementas digitais que ganha especial relevância face às regras impostas pelo governo para combater a pandemia
  • Com recurso a QR Code, a solução Emenuk QR permite aos clientes dos estabelecimentos de restauração e bebidas consultarem a ementa no telemóvel. Mais informações em: https://emenuk.pt/produtos/emenuk-qr.html

 

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SOBRE O EMENUK QR

O Emenuk QR é uma solução multi-idioma de consulta de ementas digitais com recurso a QR Code. O acesso à ementa requer apenas que o telemóvel tenha câmara e a funcionalidade de leitura de QR Codes (caso esta função não seja nativa no dispositivo, é possível descarregar gratuitamente diversas aplicações para leitura de QR Codes).

O Emenu QR é composto por dois QR Codes:

  • QR CODE 1: dá acesso à ementa digital
  • QR CODE 2: dá acesso à rede WIFI do estabelecimento

A leitura do QR Code de acesso à rede Wi-Fi não requer que sejam fornecidos dados de acesso ao consumidor. 

Além de recorrer ao telemóvel dos clientes, libertando assim os estabelecimentos da necessidade de investimentos significativos em equipamentos para exibição da ementa digital, o Emenuk QR também minimiza o contacto físico entre consumidor e staff, salvaguardando a segurança de ambos. 

Os estabelecimentos que adoptam a solução Emenuk QR também têm acesso a dados estatísticos.

COMO USAR O EMENUK QR?

  1. Apontar a câmara do telemóvel ao QR Code
  2. Seleccionar a opção pretendida:

QR CODE 1 - menu digital

QR CODE 2 - acesso à rede WIFI

Para mais informações, contacte a Mindshaker através do e-mail hello@mind-shaker.com ou através da nossa página de Facebook.

Sobre o Emenuk QR: https://emenuk.pt/produtos/emenuk-qr.html

Consulte tambémhttps://portfolio.mind-shaker.com/ (portefólio)

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Homenagem ao Vintage Clássico

 

Numa ode à natureza, a Sogrape acaba de lançar um filme para consagrar o Vinho do Porto, no ano em que declara Vintage Clássico 2018 para as suas marcas Ferreira, Sandeman e Offley. “É da nossa natureza continuar” transporta-nos para a importância do tempo num mundo que parece suspenso, mas no qual a vinha segue o seu caminho e a obra nasce.

A Sogrape acaba de lançar um short film que flutua, sensorial e visualmente, entre o reviver do passado, a aceitação do presente e a construção do futuro. A natureza, o tempo e o propósito assumem o papel principal numa narrativa de imagens que nos transporta para a sua importância no processo de criação. Esta é uma produção para amantes de Vinho do Porto e apaixonados pela vida. Para quem realmente estima a paz e acredita que na espera está a essência de uma nova vida

Sem recurso a novas filmagens, “É da nossa natureza continuar” é um filme de homenagem ao Vinho do Porto Vintage, quando somos forçados a parar e estimulados a contemplar, percebemos que é da nossa natureza resistir, que o tempo ganha outra dimensão e que na serenidade das caves, onde a tranquilidade impera, a obra nasce e a vida continua.

https://youtu.be/RlUSvK1fQOA

 

Quase 50 marcas integram projeto Eu Apoio a Produção Nacional

 

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São já perto de 50 as marcas portuguesas que integram a plataforma Eu Apoio a Produção Nacional - www.consumirportugues.pt – e que estão a doar 10% das suas vendas aos Hospitais Públicos Santa Maria (Lisboa) e São João (Porto).  Um conjunto de vinhos da Sogrape, uma seleção de três azeites virgem extra de elevada qualidade Oliveira da Serra ou um pack com um Beirão d'Honra e um Frasco com 15 Chocolates Recheados com Licor Beirão juntam-se a marcas como Topázio 1874, Impetus, José Maria da Fonseca, Arcádia ou Sovina, entre outras.

Moda, decoração, cerveja artesanal, gin, produtos regionais, vinhos e utilitários. A produção nacional uniu-se para manter dinâmica a economia e em simultâneo contribuir para os maiores Hospitais Públicos do país. Na plataforma - www.consumirportugues.pt – encontram-se reunidas as lojas online dos produtores portugueses, ao comprar um produto solidário não está apenas a permitir que sejam doados 10% aos hospitais, está também a contribuir para manter as empresas nacionais ativas.

Lista de produtores:

  • A Indústria
  • A&D Wines
  • Back to Basics
  • Black Pig Gin
  • Boas Quintas
  • Catarina Martins Shoes
  • Cerveja Letra
  • Cerveja Mecânica
  • Cerveja Quinas
  • Chulé
  • Companhia das Cestas
  • CottonCityLisbon
  • DARKSIDE Eyewear
  • Ferral
  • Gravityº Dance Goods
  • HLC
  • HUPA Shoes
  • Impetus
  • Isto.
  • Joana Mota Capitão Jewellery
  • José Maria da Fonseca
  • Krv Kurva
  • Letra
  • Licor Beirão
  • Licor Orangea
  • Maria Góis
  • Martine Love
  • Missus
  • Noogmi
  • Oliveira da Serra
  • Orikomi
  • Plus351
  • Praceta Lisboa
  • PURE beloved by nature
  • Quinta do Paral
  • Sabores Altaneiros
  • Sanjo
  • Sofia Simões Jewellery
  • Sogrape
  • Sovina
  • Sul
  • Susana Barbosa Jewellery
  • Tomaz Design
  • Topázio 1874
  • Victória Handmade

www.consumirportugues.pt

https://www.facebook.com/consumirportuguess

https://www.instagram.com/consumirportugues/

 

 

Sem ideias para cozinhar Pescada? Os Redondos de Pescada do Cabo da Pescanova podem ajudar

 

O isolamento tornou o mais simples amador de cozinha no melhor Chefe lá de casa. Para não esgotar as ideias a Pescanova ajuda a renovar a criatividade.

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Seja estufado, no forno, numa salada ou no pão, a certeza é a de que sabor não lhe vai faltar. Provenientes da melhor Pescada do Cabo, capturada nas águas frias da Namíbia e com certificação de pesca sustentável, os Redondos de Pescada do Cabo da Pescanova são tudo o que procuramos para uma alimentação equilibrada: baixo teor de gordura, fonte natural de proteínas e de Ómega-3.

Por serem ultracongelados na origem, os Redondos de Pescada do Cabo da Pescanova mantêm a frescura, as propriedades nutritivas, o sabor e aquela textura suave que toda a família adora. 

Sem pele e sem espinhas, os Redondos de Pescada vêm em embalagens de 400g com 6 unidades e podem ser adquiridos nos habituais canais de distribuição, hiper ou supermercado e também nos vários pontos de comércio tradicional.

O formato redondo irá ajudar a dar o toque de Chefe que sempre quis aos seus pratos e empratamentos. Impressione a sua família com receitas variadas e dignas de restaurantes com estrelas Michelin. 

Pode encontrar receitas e inspirações para cozinhar os seus pratos com estes Redondos de Pescada  em www.pescanova.pt/receitas ou ainda no Instagram da Pescanova em @pescanova_pt.

 

 

Churchill's lança Masterclasses virtuais de Vinho do Porto

   

A Churchill’s, produtor de vinhos do Porto e Douro premium, lança mais uma edição das ‘Conversas virtuais com Enólogos’, com duas Masterclasses em Maio, conduzidas pelo fundador e enólogo principal da casa, Johnny Graham.

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Na primeira prova, a 14 de maio, Johnny e o seu filho James Graham discutem ‘Novas Formas de Desfrutar Vinhos do Porto’, e, na segunda prova, a 19 de maio, Johnny junta-se ao colega Ricardo Pinto Nunes numa masterclass sobre Vinhos do Porto Vintage, onde, entre outros, irão provar uma amostra, em primeira mão, do ainda não engarrafado single quinta vintage - Churchill’s Quinta da Gricha Vintage Port 2018.

Na quinta-feira seguinte, 21 de maio, o Johnny e o Ricardo vão apresentar uma prova vertical de Vinhos do Porto Vintage da Churchill’s, começando pelo LBV, passando pelo Churchill’s Vintage Port 1994 e pelo Churchill’s Vintage Port 2014 (com 20 anos de diferença entre eles), uma prova de edição limitada diretamente da nossa enoteca do Quinta da Gricha Vintage Port 2005, e terminando com a oferta de uma amostra, em primeira mão, do ainda não engarrafado single quinta vintage - Churchill’s Quinta da Gricha Vintage Port 2018.

Os seguidores da Churchill’s poderão acompanhar a prova ao mesmo tempo que os enólogos, já que a empresa tem à venda na sua loja online os conjuntos de prova, com envio gratuito para Portugal.

“Tivemos uma resposta fantástica às duas primeiras conversas virtuais e percebemos que os nossos enólogos não são apenas incríveis a produzir Vinho do Porto, também são estrelas dos social media! Por isso, vamos trazê-los de volta ao direto do Instagram em maio. Esperamos que estas Masterclasses continuem a trazer momentos de partilha, educação e diversão para a comunidade de apreciadores da Churchill’s em todo o mundo”, disse Zoe Graham, diretora de vendas e marketing da Churchill’s.

As provas vão ser transmitidas em direto no Instagram da Churchill’s nos dias 14 e 21 de maio, às 20h00, e terão a duração de uma hora, incluindo perguntas e respostas aos enólogos e convidados (https://www.instagram.com/churchills_port/). Tal como na edição anterior, serão depois publicadas online no canal de YouTube da Churchill’s.

Os seguidores da Churchill’s vão poder comprar com antecedência o conjunto de vinhos de cada série de provas, com envio gratuito em Portugal e na maioria dos países da Europa, para que possam participar nesta conversa como se tivessem sido transportados para a intimidade da Sala de Provas da empresa, em Gaia (www.churchills-port.com/shop). Os conjuntos foram pensados para uma prova a dois, com meias garrafas de LBV e Vintage, quando disponíveis, e uma seleção de Portos Branco e Tawnies, que podem ser guardados no frigorífico até um mês.

Sobre as Conversas Virtuais, Johnny Graham diz que: "É um mundo novo para mim, mas devo dizer que foi divertido ver uma interação tão grande da comunidade de apreciadores de Vinho do Porto no Instagram. Estou ansioso por estas Masterclasses mais longas, onde podemos compartilhar, com mais tempo e profundidade, o nosso processo de vindima na Churchill's, além de envolver a próxima geração numa conversa sobre novas maneiras de desfrutar o Vinho do Porto .”

 

 

Gastronomia portuguesa, agora é que é !!

16.05.20 | manuel

Não, a gastronomia portuguesa não estava a “bombar”. Agora sim, poderá ser oportunidade imperdível. Apesar da notoriedade do turismo, a gastronomia portuguesa não tinha a mesma notoriedade. Um punhado de profissionais de cozinha, sim! Tinham e têm notoriedade, e muito bem! Precisamos, qualquer país precisa, de “embaixadores”, ou influencers. Agora, a gastronomia portuguesa não estava assim tão “bem” como se apregoa. Especialmente por Lisboa e Porto, Algarve, talvez os grandes centros que agregam maioria da oferta de restauração, proliferavam espaços de cozinha nipónica, pizzas, os hamburguers gourmet, o que quer que seja isso ou o very typical ludibriar de turistas, pratos com nomes de pratos portugueses, mas bem longínquo dos mesmos. Bastava uma rápida incursão por algumas das mais movimentadas artérias das duas cidades para conferir, mas pode-se conferir aqui: https://sol.sapo.pt/artigo/596031/estes-foram-os-restaurantes-mais-procurados-pelos-portugueses-em-2017. Felizmente uns quantos restaurantes, mais antigos, onde os donos mostram e muito bem a cozinha da sua origem, tal como alguns, poucos, aventuravam-se a fazer algo de muito interessante. Contudo estes, infelizmente, são residuais exceções. Uma gota de água, num mar de oferta descaracterizada.

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Agora muitos dos cozinheiros mais visíveis nos média, referem que vão ajustar-se aos portugueses, e baixar preços. Lá voltaremos ao cachaço, à bochecha e à cavala! Leva-me aos anos de 2008/2009, quando fizeram o mesmo. Mas a será que não é possível mostrar pratos de cozinha portuguesa genuína a preços competitivos? Com isso até privilegiar os produtos portugueses e locais. De repente lembro-me das bôlas e folares que podem substituir as focaccia. Os milhos em vez de polenta, açordas, arrozes, os torricados em lugar das bruschettas, o petisco em vez da tapa, etc., e dar algo mais que o trivial Bacalhau à Brás ou Gomes de Sá. Pelo menos que sejam bons. Se se apregoa a riqueza da culinária portuguesa, porquê só mostrar meia dúzia de pratos. De tanta riqueza só existe isso!? Hoje é a oportunidade de dar a conhecer os produtos portugueses, chamá-los pelo nome correto, referir de onde vêm, a sua DO.

E mais importante, este é o momento para começar um trabalho de planeamento de longo prazo na sustentabilidade da gastronomia portuguesa, logo da nossa economia. Porquê? O que comem as futuras gerações de consumidores? As crianças, por exemplo. Elas, que serão o futuro consumidor. O que comem agora? Fácil, basta ir ao centro comercial para ver. A fazer fila com a família nas cadeias de fastfood. Essa é hoje a referência deles. No futuro, o mais provável é continuar a ser. E como fica ou como será o futuro consumidor português da gastronomia portuguesa? Nada brilhante, se continuar assim. Se hoje uns apregoam a cozinha de memória da avó, e das tias, etc. Estas crianças, na memória ficam com os “bonecos” e “cartolinas” que as cadeias de fastfood oferecem.

Neste âmbito a responsabilidade não é dos cozinheiros. Podem participar e contribuir. É também do estado! É da sociedade. Pode começar pela escola, com pratos de cozinha portuguesa associados a etnografia e história. Um trabalho conjunto entre ministérios, especialistas transversais de várias áreas. Exemplo, atividades lúdicas, recreativas que façam conhecer as tradições, mais programas nos media sobre a cozinha portuguesa, apps, gaming, challenges, viagens virtuais, literatura, etc. Um conjunto de ferramentas levem a que cultura gastronómica passe a ser percebida como cultura do seu país. Que se entranhe. Bons exemplos de algumas confrarias, já a fazerem a sua parte. Consequência no longo prazo? Manutenção das tradições e património, valorização das artes, prevenir desertificação das zonas rurais, consciência ambiental, respeito pela natureza, sustentabilidade, mais produção nacional, menos importação, alimentação mais saudável que equivale a melhor saúde. Por isto e por muitas outras razões esta é a oportunidade à gastronomia portuguesa.

 

Quinta do Cume Old Vines 2016

16.05.20 | manuel

Novidade, estreia deste produtor, Quinta do Cume, proveniente de vinhas com média de idade a rondar os 60 anos, no sistema tradicional de mistura das variedades, field blend.

 

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O que impressiona é o protagonismo da elegância e uma rara perceção de sofisticação e vivacidade deste vinho. Parte desta “elegância” e frescura deve-se também às particularidades da vindima 2016, em que o Setembro fresco originou diversidade de equilíbrios e acerto de maturação em ritmo pausado e discriminatório.

Outra razão, desta feita da minha interpretação pessoal, é o fato de a enologia estar a cargo de um francês. E com provas dadas pelo Douro. A relevância deste ponto reside na constatação do incrível polimento do vinho. E não é caso único na região. Reconhece-se a elegância em vinhos, tal como os da Quinta da Boavista, do Chryseia, da Poças, entre outros. O que têm em comum? A participação de enólogos franceses, que respondem por parte dos créditos da sofisticação e polimento desses vinhos. Dizem, vários produtores e enólogos da região, que estes têm uma maneira própria na gestão dos compostos fenólicos e da barrica. Dão um toque de sofisticação à tradicional rusticidade e vigor dos vinhos da região. Eu “chamo-os”, de vinhos do Douro com papillon.

O perfil aromático do vinho é de manifesta sofisticação, sóbrio na expressão da fruta vermelha, maduro, contudo de meticuloso equilíbrio. No aroma, evolui espraiando-se em detalhes e subtilezas. Integração da madeira bem adiantada, tempo de garrafa que continuou e continua a esculpir a fusão. Descobrem-se belos tons florais, balsâmico, especiarias muito finas. Tudo certo, mesmo no timming de lançamento.

Na boca, o volume e fluidez seduzem e cativam na prova. Encorpado, nada pesado ou fatigante, bem preenchido de fruta vermelha, boa, glicérico que acomoda a generosa quantidade de taninos, firmes, carnudos, mas acetinados. Estes desmontam-se perfeitamente na coagulação com saliva. Relevante, também, a vivacidade e perfil de frescura do conjunto, com nível relativamente elevado da acidez a ser parte definidora da fisionomia do vinho. Persistência final bem notória, perfumada, delicada, a fechar um círculo coeso e harmonioso.

Vinho de belíssimos detalhes, ainda assim é um vinho de conforto e aptidão em fazer-se agradar. Muito bem equipado para a guarda em cave, e para variados momentos de consumo desde já. Idealmente para propostas gastronómicas com algum requinte e moderação de robustez.

Classificação: A adquirir de caras!

PVP: 31€

Chef ou empresário de restauração, a quem ouvir?

11.05.20 | manuel

 

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Nas notícias sobre o que se seguirá nos restaurantes aparece quase sempre a expressão “Chefs”, contestam isto ou aquilo, ou vão fazer isto ou aquilo, concordam ou não concordam, etc. Porque é a comunicação social, canais televisivos, por exemplo, não se referem a este negócio como “empresários da restauração”, ou simplesmente “restaurantes”?

Bem sei que existem alguns chefs que são famosos, que aparecem na televisão, o que dá visibilidade à classe, entre outras coisas mais ou menos positivas. Mas nem por isso são o referencial de melhor modelo de gestão. 

Estes “chefs”, os famosos, correspondem a 0,001% do negócio da restauração. Ou seja, somente um punhado deles são empresários ou donos de restaurante. Mais de 99,9% dos cozinheiros com cargo de chefia, ou “chefs” são empregados de uma entidade patronal, vulgo empresários de restauração.

Não que a opinião de alguns deles não seja importante, ou que a visibilidade de alguns não possa ser uma voz mais fácil para o sector se fazer ouvir. Mas esses são uma ínfima minoria. Representam uma parte muito insignificante, no conjunto da atividade. Quantos empresários de visão, estratégia, capacidade de liderança ou gestão não estão a ser ouvidos, ou entrevistados? Ver que soluções estruturais propõem? Qual a visão de médio longo prazo? Como atrair consumidores? Quais os dados que dispõem? 

Tal como quando se faz uma alusão a um estudo, resultante de opiniões de um conjunto alargado de académicos, também se deveria escutar, quem realmente é significativo, investidores, empresários, etc., agentes que representam verdadeiramente a maioria do negócio.

 

Casa do Capitão-Mor Alvarinho Sobre Lias 2016

09.05.20 | manuel

 

Chegado ao mercado não à muito, mostra-se num estilo menos habitual, talvez de inspiração mais tradicional. Não é um vinho diferente, daqueles únicos, ou, não o é totalmente, pois na atualidade por terras de Monção e Melgaço, surgem cada vez mais vinhos inovadores. Se quisermos, a diferença abunda neste limiar fronteiriço. 

Contudo, não se pode ficar indiferente ao facto de este vinho ter ficado em estágio quase três anos. É ter a coragem e confiança inabalável nas virtudes do vinho. Ainda bem que assim é! Nada neste vinho é óbvio. A começar pelo sisudo do aroma, dir-se-ia “esquisito”, a léguas do perfil tropical muito frequente da interpretação da casta Alvarinho. Na verdade, nada contra esse perfil, que também faz falta!

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Foto: Quinta de Paços

Este vinho, por seu turno, é orientado pelas sugestões a frutos secos e marmelo, cogumelos brancos, referências que encontramos mais vezes nos espumantes e Champagne com mais tempo de estágio. Por essas sensações percebe-se um dos efeitos das “lias” ou borras finas, às quais a ténue alusão de “brioche” argumenta também a favor. Aroma penetrante, um tanto intrigante e ao mesmo tempo profundo.

Na boca não pede licença e entra super-hiper-seco, com acidez que até arrepia, mesmo tendo feito maloláctica parcial em barrica. Percebe-se logo o porquê dessa opção! Imaginem se não o fizesse! Ui! Fez todo o sentido, por um lado atenuar a quantidade da acidez natural, por outro dar-lhe resguardo de textura, envolvência e alguma untuosidade. Para ajudar à festa, ainda antes mesmo de o nosso palato se ajustar totalmente, nova vaga de interesse irrompe. Uma impressão salina, maravilhosa. Tempera perfeitamente o belíssimo final. Estrutura e vigor do princípio ao fim.

Mais um vinho que mostra a dinâmica da região, este com uma postura que não pretende ser consensual, não quer agradar a todos, mas merece aplauso pela qualidade e certa dose de ousadia. Quem não tiver demasiada pressa, puder esperar um pouco mais, será decisão de puro enófilo.

Escusado será referir que não é vinho para servir geladinho, fresquinho!! Eu gostei muito ali nos 14ºC, em copo mais largo. 

PVP: 28€ - 30€

Classificação: É arranjar espaço para mais esta!

 

 

 

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