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a brindar sem água

"Vinho não é bebida alcoólica! É paisagem, história, etnografia, inspirador e coligado no evoluir do Homem. Tudo isso falado no copo!" - Eu

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Apoiar a restauração sem hesitar, é investir no país

29.11.20 | manuel

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Sem retirar a importância a outras atividades, este sector em particular é daqueles a apoiar já, de imediato e sem hesitar. Seja ajudar com fundos a fundo perdido, apoiar de qualquer forma significativa e rapidamente!

Quando escrevo estas linhas, um grupo de empresários de negócios da restauração está em greve de fome.

Porquê apoiar sem hesitar? Porque para além de ter sido um motor da economia com um peso relevante do PIB português nos últimos cinco anos, do qual o atual governo tirou proveito e reclamou infundada e festejada paternidade, alimentou, também, a “estratégia” de crescimento económico através do consumo interno.

Apoiar com apoios a fundo perdido este sector, é obter dividendos para o país em muito pouco tempo. O sector, enquadrado no Turismo, devolverá ao país rapidamente, e após os primeiros sinais de retoma, o retorno desse apoio através de receitas fiscais. Seja pela TSU e IRS ao manter grande parte do emprego do sector e do IVA, que no global do sector, vinha em taxas de crescimento de 4,1% em 2018 e 6,1% em 2019.

Se compararmos com o apoio dado, quase de olhos fechados, a empresas como a TAP ou a Bancos cronicamente mal geridas, autênticos sorvedores de dinheiro público e que nunca virão a ser rentáveis, o sector da restauração rapidamente traduzirá o apoio em receitas e rendimento fiscal para o estado. Esse apoio nunca se dará como perdido!

Importante conjuntamente em outros efeitos estruturantes. A restauração a funcionar faz mover toda a cadeia alimentar, no escoamento de boa parte da produção agrícola, que ajuda a fixar populações em áreas de menor densidade, promove consumo interno, para além de contribuir na manutenção de múltiplas atividades empresariais direta e indiretamente interligadas. Também a restauração a funcionar, contribui para uma perceção de confiança, de moral, de prazer, anti-stress emocional, que terão papel fundamental na saída deste desafio que é a pandemia. É apoiar património histórico, é apoiar uma forma de educação que valoriza a territórios e tradições. É apoiar uma forma de cultura de estrutural no futuro do país. 

Ou seja, apoiar a restauração ficará barato e terá retorno desse apoio de forma concreta e efetiva, ao contrário de outros apoios, negociatas, injeções de dinheiro que nunca darão retorno em empresas de eterna má gestão e que lesam constantemente os portugueses.